A obsessão da nossa oposição por atacar os programas sociais
não tem nada a ver com a fé no Estado mínimo
A observação do que sai massivamente na grande mídia deixa
claro que a atual obsessão das oposições por atacar programas que beneficiam os
necessitados, desde o bolsa família e as cotas até a reforma da saúde no projeto “mais médicos”, não tem a ver com um
compromisso filosófico com o governo reduzido. Trata-se de ansiedade sobre o
rumo ao desenvolvimento do Brasil, a formação de uma sociedade democrática e
mais justa que estamos nos tornando, e de raiva de que o governo esteja tirando
o "Dinheiro Deles e dando-o Àquelas Pessoas". Em outras palavras,
continua sendo uma questão de raça e de exclusão, depois de tantos anos.
Uma ironia: o PT acredita no Brasil, enquanto os conservadores,
não. Eu acredito em nossa capacidade de mudar enquanto mantemos nossa natureza
essencial. Acredito que os planos de governo de hoje serão incorporados ao
tecido social, trazendo mais inclusão e menos injustiças sociais.
Outra ironia: o grande temor da direita de que os programas
sociais efetivamente comprem votos minoritários para o PT, levando a mais
mudanças, torna-se uma profecia que se autocumpre. Os partidos de oposição
poderiam ter tentado estender a mão aos mais pobres e excluídos. Em vez disso,
tenta alienar os seus eleitores.
O Brasil cresce, se desenvolve, temos um número recorde de
empregos, pobres tendo oportunidades, saúde e educação sendo levados para todos
e eles a posição dos partidos e da grande imprensa continuam tentando negar ou
esconder esses avanços que são do conhecimento de todos.
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