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segunda-feira, 25 de maio de 2020
Sem Bolsonaro e sem Mourão. Não há solução com o exército no centro da política.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Concertação em dicotomias e falsidades.
Setores da sociedade conclamam para o diálogo e o equilíbrio, para o bom senso...
terça-feira, 28 de abril de 2020
Instituições aprisionadas e o país na contramão da democracia
Um país na contramão da democracia
domingo, 10 de novembro de 2019
A classe média e as novas derrubadas de governo
domingo, 29 de setembro de 2019
O triste Brasil que recrudesceu com a Lava-Jato e a vitória de Bolsonaro.
O triste Brasil que recrudesceu com a Lava-Jato e a vitória de Bolsonaro.
Um país que se divide entre os arrogantes e os pobres (casa-grande e senzala). O falso moralismo que se escandalizou com as pedaladas fiscais de Dilma e se calou frente as várias corrupções de Temer. Cadê as movimentações para cobrar andamento nos processos contra Temer e Aécio Neves, ou do político dono do helicóptero que transportava mais de 500 kg de cocaína pura?
O país da "casa-grande e senzala", policialesco, mas, que só cobra efetividade quando se trata de um lado, de determinado grupo social ou segmento político, afirmação lastreada na falta de cobrança da punitividade para os políticos que atendem ao mercado, ou na própria tentativa de se justificar os atos arbitrários, ilegais e criminosos de Moro, Deltan Dallagnol e da força-tarefa da Lava-Jato.
Bolsonaro é isso, Dallagnol é isso, Moro é isso, Janot é isso. A arrogância e prepotência da Casa Grande e a total ideia de impunidade deste segmento social. O Estado policialesco e justicialesco preparado e formado dentro dessa cultura colonialista de "casa-grande senzala". O Estado pronto, armado e atuante para defender aos interesses classistas.
Insanidade cognitiva dos setores que defendem o legalismo ao mesmo tempo em que defendem a ilegalidade praticada pelos Agentes do Estado contra o indivíduo, como no caso da Lava Jato. A fragilidade intelectual daqueles que compactuam, se achando democráticos, com os vários impropérios de Bolsonaro. O falso moralismo na omissão da cobrança articulada contra a inércia do judiciário nos processos contra Temer, Aécio e outros da Casa Grande - os agentes do mercado.
Um país onde uma classe social acredita ser o lado do "bom arbítrio" - o que não inexiste - para julgar e criminalizar indivíduos antes mesmo do Processo Judicial. A mesma classe que reclama do Estado forte mas que aplaude (ou se cala) o abuso do Estado contra os indivíduos. Esta classe que rótula os que defendem a legalidade do Estado contra o indivíduo como sendo defensores da impunidade.
É o estado autoritário e arbitrário, fruto do autoritarismo, da arrogância e prepotência classista brasileiro.
A importância disso que está ocorrendo é que o verdadeiro monstro social brasileiro está vindo à tona e desmascarando a histórica falsa moralidade brasileira.
sábado, 20 de julho de 2019
Catarse e riscos
A história prova que sempre que o mundo entrou em aspiral moralista houve retrocesso nas democracias.
Os discursos apolíticos, de apelo preconceituoso e segregador, que evocam tradição, colocam em plano secundário o debate político. É quando surgem nomes identificados pela classe média como salvadores da pátria, como Bolsonaro.
Essas propagandas da anti-política provoca no inconsciente da sociedade a necessidade de catarse. É quando personagens radicais, demagógico e populistas se destacam, prometendo um mundo melhor - o lado do bem - colocando como mal todo o resto.
O clima de divisão e intolerância alimenta o surgimento de grupos que pela sedução, força, e chantagem forçam o apoio ao seu líder.
Os grupos e suas características:
1- Seguidores das redes sociais em constante prontidão de vigilância (paranóia) em "macartismo" contra "inimigos";
2 - Formação de polícias "cães de guarda" para manter a ordem (leia-se) evitar qualquer forma de questionamento;
3 - Tornar a justiça, ora omissa, ora atuante, a depender do lado político do investigado. A justiça ora severa, ora garantista a depender dos opostos. É o que se viu na decisão de Toffoli que proibiu a investigação contra Carlos Bolsonaro e Queiroz (contrária a uma decisão anterior do colegiado do STF,) que fere normas internacionais que o país é signatário. Tal decisão contraria o entendimento da necessidade do coaf para elucidar crimes complexos, como o da Formação de Quadrilha, Crimes de Tráfico e Crimes do Colarinho Branco";
4 - Surgimento de Milícias, agindo como instrumento paraestatal, de formato repressor e uso da violência, para emparedar todos aqueles que discordem, ou simplesmente questionem o presidente, sejam indivíduos e, até mesmo, as instituições democráticas, como o Congresso ou STF;
4 - Forçam as mídias a tomar partido em favor do governo, como vimos os episódios agressivos contra Eliane Cantanhede, Miriam Leitão, Paulo Henrique Amorim, Glenn Greenwald, entre vários outros;
5 - Criminalização de todos partidos políticos que não façam parte do apoio ao presidente. A formação de um estigma de que todos os partidos de oposição ou neutros são corruptos e protetores de criminosos;
7 - Perseguição às lideranças, sejam jornalistas, populares, estudantis, pensadores, que apresentem pensamentos alternativos;
8 - Ações para amordaçar a intelectualidade. A disseminação de uma ideia de que os intelectuais são comunistas e subversivos à ordem;
9 - Criação de conflitos internos dentro do poder (controlados) para dificultar o foco do controle externo exercido pela população e pela mídia. Neste item estão as constantes mudanças nos primeiros escalões do governo, sejam generais (que se tornaram manipulados por bolsonaro), seja um representantes do próprio mercado;
10 - A formação de um núcleo de poder pessoal/familiar, como se viu nas ações de governo exercida pelos seus três filhos.
A história também demonstra que quando esses líderes se sentem reforçados o suficiente eles passam a também agir contra seus aliados, o que Bolsonaro já vem fazendo contra o generais
A incrível classe média brasileira
Incrível a classe média brasileira, que reuniu mais de quatro milhões de pessoas nas ruas, com o apoio direto ou indireto de quase todos os segmentos da sociedade para derrubar a presidenta Dilma, e se mantém inerte quanto a destruição de empresas brasileiras, desmonte das empresas públicas e mistas, a retirada de inúmeros direitos trabalhistas e previdenciários, movimento de destruição da escola pública e perseguição ao qualquer pensamento diverso, seja na academia, na política, entre jornalistas ou nas instituições.
Tudo isso só pode ser explicado:
1 - pela ignorância da classe média brasileira;
2 - manipulação das informações através dos grandes grupos de mídia;
3 - incapacidade de aglutinação da mídia alternativa e do seu poder de influenciar amplos segmentos;
4 - esgarçamento das funções básicas das entidades organizadas;
5 - descompromissado do brasileiro com os destinos do país;
6 - constatação do esfarelamento da cidadania em seu sentido mais preciso;
7 - falência do modelo representativo;
8 - perda pela população da sua capacidade de sonhar;
9 - coluio do Poder Judiciário ;
10 - negação do que conceitualmente se chamou democracia.
O apoio maciço para a derrubada de direitos, e a mansidão do país para as ações anti-democráticas de Bolsonaro é de entrincheirar qualquer análise e reflexão sobre o tema, salvo para atribuir à Globo um poder equivalente aos deuses criadores de tudo.
O desmonte do Estado, o desleixo e desrespeito com as instituições democráticas do país, demonstram o desaparecimento de forças coletivas populares (aliás, típica do mundo líquido de Bauman).
O que pensar de uma classe média que vê seus direitos trabalhistas e a sua aposentadoria serem jogadas na latrina e de mantém inerte, sem mobilização, sem ação?
Agora começamos a entender o que é a falta de ideologia, de pensamento, o aprisionamento ao pragmatismo que levou Fukuyama a preconizar, "o fim de história".
A população parece ter desistido do seu poder de fiscalização e controle, e de busca por uma sociedade mais justa e ética, à reboque das ordens emanadas pela rede Globo/Mercado.
Lamentavelmente, o que se percebe é um governo sem planos de desenvolvimento (crescimento com inclusão), sem projetos, sem líderes responsáveis (há a liderança imperial do mercado com seus fantoches no poder).
O Mercado e a Globo vêm estimulando nas populações um sentimento anti política e rejeição a noção de entidades públicas que pode levar á tendência de eliminação do Estado-Nação. Esta é desordem do Estado que todos estão começando a perceber.
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Bolsonaro e as táticas de guerra contra a democracia.
Bolsonaro e as táticas de guerra contra a democracia.
1) O confronto interno cuja imagem os apoiadores de Bolsonaro disseminam faz parte de tática de guerra moderna. O que se propõe é uma situação de ALTA INTENSIDADE, deixando os adversários (inimigos) confusos e os aliados em constante estado de alerta e automaticamente prontos para o combate. São operações agressivas
nas quais predominam o fogo e a movimentação dos flancos como manobra para neutralizar as forças adversárias. Essa doutrina organiza o espírito ofensivo dos apoiadores, mantendo renovada a importância da conquista e execuções rápidas das ações de defesa e de ataque do governo.
O emprego da DISSIMULAÇÃO atende ao objetivo conhecido como "em toda guerra, a primeira vítima é a verdade". No governo Bolsonaro, a Dissimulação é utilizada, principalmente, quando transmite a ilusão de que os movimentos de apoio são uma iniciativa dos grupos populares e na aparente flexibilidade do governo para alterar atitudes. O comando ao atacar, ele próprio, uma de suas falanges o faz como tática para atrair o adversário para fora da posição que estava no combate. Ao deslocar a atenção do inimigo para um de seus flancos, o governo ataca frontalmente para realizar aquilo que objetivava. A dissimulação faz uso organizado e intensivo de contradições, deixado transparecer que são complexas caneladas. São AÇÕES ARTICULADAS, como por exemplo, quando sai um general e entra outro; quando o filho 02 ataca ministros e o pai chega junto; quando Olavo de Carvalho ataca setores do governo, quando o grupo evangélico ataca o judiciário, todos aguardando a chegada do "mito" para por "ordem" na casa. São ilustrativos desse vaivém de caráter dissimulador. O que importa é o clima constante de ameaça. Todo mundo em dissonância, quando o "mito" aparece com a solução de ordem.
Há também as conhecidas GUERRA PSICOLÓGICA e a GUERRA ELETRÔNICA utilizadas como processos
para reduzir o poder do inimigo e manter os soldados aliados atentos. A ideia é deixar - tanto os adversários como os defensores - desnorteados e com uma FALSA SENSAÇÃO DO REAL, criando a ideia de CHOQUE CONSTANTE. É a DOUTRINA DE GUERRA NA ESFERA DA COGNIÇÃO, onde o que importa é deixar o cenário o mais confuso possível, a ponto de manobrar as ações do inimigo a partir “de dentro” e sem que este saiba que está sendo manipulado. Essa confusão não permite a distinção entre guerra e paz. A sociedade vive em eterna sensação de conflito, em necessidade constante de ataque e defesa. Por isso, Bolsonaro e seus seguidores continuam no “modo campanha”.
2) A PARTICIPAÇÃO DO EXÉRCITO ocorre na sua ação de criar várias frentes de combate, inicialmente contra as esquerdas e que depois permeia para toda a classe política, atingindo posteriormente o Poder Judiciário e a Imprensa. A disseminação da ideia de que tudo estava errado e a necessidade de "solução radical" para botar "ordem" no país, abrir espaço para a figura de um
comandante-em-chefe, com a força que beira o fascismo. Alguém com a característica de macho alfa que resolveria tudo com um brado. Bem típico da formação cultural da classe média brasileira, machista - personalista, segregadora e prepotente.
Foi quando os militares chamaram Bolsonaro para o baile e partiram para criar uma nova força do poder. O capitão já tinha forte penetração entre soldados, cabos e sargentos desde quando enfrentou os oficiais da alta patente nos movimentos de insubordinação que antecederam a sua saída do exército mas, não era bem visto na alta patente. Surpreendentemente, por volta de 2014, o comando das Forças Armadas franqueou o acesso de Bolsonaro aos quartéis. Ele passou a frequentar formaturas da Academia Militar das Agulhas Negras e lhe foi permitido a abertura do canal para acesso a alunos, aspirantes e oficiais da base.
Os comandos das Forças aproximaram a tropa à Bolsonaro, deixado a política entrar com tudo dentro da caserna. A avaliação é de que agora não há distinção entre política partidária e militarismo, entre os espaços civis e militares.
Trata-se de algo muito próximo do que são as milícias, onde ações militares e organização do Estado são misturadas. Em poucas palavras, é a terceirização do poder institucional, outrora exercido em conjunto pelo poder legislativo, executivo e judiciário, para núcleos que se assemelham às milícias.
3) AS REDES SOCIAIS nessa tática de guerra e formação do "novo", uma nova elite de poder, que se assemelha às milícias ocorreram quando elas identificaram pessoas com base em algoritmos, as cooptaram e as manipulam.
As Redes Sociais, pela função do algoritmos, cria um enxame de pessoas com o efeito de manada; pela horizontalidade, uma turba sem hierarquia clara de comando. A combinação destes dois fatores coloca o risco da perda do controle, pelo efeito manada e falta de hierarquia de comando, levando tais organizações a ultrapassarem o poder legítimo de pressão para entrar na ilegalidade da ameaça, chantagem e agressão contra todos os que discordarem de seus pensamentos e ações.
sábado, 29 de junho de 2019
A fuga do STF
A fuga do STF
Alguns analistas afirmaram que a decisão do STF de não conceder a liberdade a Lula foi correta pois:
"Seria mais um elemento de insegurança a pairar sobre a já incerta relação do cidadão brasileiro com a lei."
É como a transposição de uma das maiores injustiças da história americana, o julgamento de Sacco e Vanzetti, quase um século depois para o Brasil. O julgamento foi crivado de erros e ilegalidades para atender a comoção da sociedade.
A justiça pode sobrepujar a realidade dos fatos e das leis para atender interesses?
A narrarativa brasileira de se encontrar o grande vilão para os desmandos da corrupção tem se mostrado tão falsa quanto a história dos italianos Sacco e Vanzetti cujo julgamento tentou ser um marco para conter a turba que procurava um culpado para o caos americano.
Em 1920, os Estados Unidos vivam grandes dificuldades sociais e econômicas, com desemprego, miséria e criminalidade.
Naquele ano, que antecede o grande "crash" americano, no dia 15 de abril, houve um assalto em uma fábrica de calçados em Massachussets com dois mortos. Era a oportunidade para o Estado americano tentar botar uma aparente ordem na casa. A polícia mediatamente prendeu dois homens que estavam armados (costume entre os cidadãos). Os presos, além de estarem armados, eram operários, estrangeiros e esquerdistas. O estereótipo perfeito para conter a classe média moralista americana.
No caso do Brasil, atacar a corrupção colocando-a no colo de um partido de esquerda e atribuindo ao seu líder maior o "grande chefe da quadrilha", como Dallagnol e Moro fizeram era tudo o que a classe média moralista brasileira desejava.
A imprensa americana, a reboque do establishment, imediatamente passou a divulgar a prisão dos “bandidos italianos” e as suas condições de esquerdistas como prova da tendência à criminalidade e capacidade de delinquir.
No caso do Brasil, a grande impresa se fartou de conceder holofotes e aplausos à dupla Moro/ Dallagnol. Nenhuma das denúncias da defesa de Lula sobre os excessos praticados pela dupla serviu - como é da obrigação da mídia - promover a investigação, a busca do esclarecimento dos fatos.
Nos Estados Unidos, depois da sentença confirmada por várias instâncias, o verdadeiro criminoso se apresentou à polícia confessando o roubo e os assassinatos. Mesmo assim, a justiça americana a reboque da lateralidade social e étnica e forte necessidade da catarse da sociedade não considerou os novos fatos e rejeitou o pedido a defesa por um novo julgamento.
Aqui no Brasil, os novos acontecimentos que corroboram com as denúncias das irregularidades processuais do juiz Moro feitas pelos advogados de Lula e agora trazidos ao público pela Folha de São Paulo, revista Veja, The Intercept e BandNews das conversas imorais, que ferem a ética e as leis, entre Moro e os Procuradores da "força tarefa" da Lava-Jato.
Como também havia pressão para reconhecer as evidências da inocência de Sacco e Vanzetti, e evitar o cumprimento da sentença contra os dois italianos, o próprio governador de Massachusetts, atendendo ao pedido de clemência de um dos condenados, nomeou uma comissão especial de advogados, liderada por um juiz, para voltar a estudar o processo. Esta comissão confirmou a sentença de morte. A suprema corte e o presidente dos Estados Unidos recusaram o indulto. A farsa estava concluída.
Aqui no Brasil, no caso Lula, o TRF-4 , o STJ e o STF tem agido para encobrir as irregularidades do processo de Moro.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
O populismo judicial.
A justiça não pode substituir os critérios das leis pela opção da conveniência política.
A forma procedimental de Moro e a leniência do STF em apreciar as irregularidades do ex-Juiz da Lava-Jato extrapolam a questão do embate punitivismo X garantismo. Garantista é o juiz que defende a proteção do indivíduo dentro do que está escrito no ordenamento jurídico. Punitivista tem inclinação a interpretar a normatividade de forma mais flexível, podendo se tornar arbitrário. Suas posturas são de populismo judicial.
No populismo judicial os magistrados com base em um pretenso apoio popular atuam para além do Direito em nome do interesse público. Como magistralmente define Conrado Hübner Mendes, professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, na revista Época, edição 30.4.2018:
"(O judiciário) sintoniza sua antena na opinião pública e no humor coletivo e 'transcende' a lei quando esta não estiver afinada com uma causa maior. Convoca apoiadores e lhes agradece publicamente pela mobilização em defesa da 'causa'. Adere à cultura de celebridade, aceita prêmios em cerimônias chiques, tanto faz quem as organize ou quem sejam seus companheiros de palco. Frequenta gabinetes políticos e a imprensa, onde opina sobre a conjuntura política, alerta sobre decisões que poderá tomar em casos futuros e ataca juízes não aliados à 'missão'."
1) A "missão pela causa" leva o julgador a "transceder" das leis. Os advogados de defesa de Lula já tinham denunciado as irregularidades praticadas pelo juiz Moro. Essas informações estão sendo confirmadas pelo vazamento das conversas entre o Juiz e os Procuradores da Lava-Jato.
Foram vários "pontos fora da curva", como diria o ministro Luiz Barroso. Ilegalidades agora corroboradas pelas matérias jornalísticas da Folha, da Bandnews e do The Intercept denunciado inúmeras atitudes excessivas de Moro, formando um conjunto de indícios mais do que suficientes para gerar a convicção de que todo o processo contra Lula está eivado por várias irregularidades.
Qualquer país institucionalmente equilibrado, que respeita a orientação democrática, um preso seria solto até conclusão da investigação contra a suspeição do juiz que conduziu o processo e proferiu a sentença.
O conjunto de indícios são plenos para formação da convicção das irregularidades de Moro. Dito por Dallagnol, procurador chefe da Lava-Jato, quando fundamentou abertura da denúncia contra Lula:
"Provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese."
A imparcialidade é um valor exigido ao sistema jurisdicional. As hipóteses de suspeição devem ser consideradas imediatamente pois constituem graves violações às leis e ao equilíbrio democrático.
2) O STF foi leniênte em decidir sobre um réu preso e idoso. A lei garante, nestes casos, prioridade absoluta, como afirma o próprio Regimento Interno do STF:
Art. 149. Terão prioridade, no julgamento,
I – os habeas corpus;
II – as causas criminais, dentre estas as de réu preso;
Os ministros do STF têm:
A) Inúmeras informações que se concatenam entre si para formar uma ideia plena de que o processo condenatório está "prejudicado" por uma série de irregularidades;
B) Um conjunto de Leis que fundamentariam a decisão (e imediata) de liberar Lula.
- A legislação que define "juiz suspeito", Código de Processo Penal artigo 254, IV
"- se tiver aconselhado qualquer das partes";
- Código de Ética da Magistratura, art. 9º que estabelece que o juiz deve dispensar às partes igualdade de tratamento, vedada qualquer espécie de injustificada discriminação.
- Sobre o imediatismo em julgar habeas corpus de preso, Regulamento Interno do próprio STF, artigo 149,I inciso I e II.
A posição exótica do STF no julgamento de ontem do HC de Lula se deveu ao ministro Celso de Mello, ao afirmar que o juiz tem:
"poder geral de cautela toda vez que se cuidar de algo favorável ao acusado’, mas, nesse caso, há ‘três títulos condenatórios emanados [contra Lula]’
É lamentável a posição do ministro que se diz garantista, por querer intuir que pelos precedentes de um réu o juiz pode arbitrariamente extrapolar as leis desde que a sua sentença seja confirmada em outras instâncias. O que se analisa sr. Ministro é atuação de Moro como juiz instrutor, em coluio com Ministério Público. Isso vem muito antes da prova propriamente dita, sr ministro. A sentença é Nati Morta se foi prolatada por meios fraudulentos .
A verborragia de um ministro STF, ainda mais na competência do Dr. Celso de Mello, soa como populismo judicial para contentar uma turba em catarse. Ou, pior ainda, catarse do próprio STF.
Portanto, não se trata de ordem subjetiva, a lei é objetiva.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
As arbitrariedades de um país canalha
Brasil um país canalha.
Temer, três vezes denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) quando ainda era presidente.
Dilma, nenhuma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) quado era presidente.
Dilma, milhões de pessoas de amarelo nas ruas pedindo seu impeachment. Ela é retirada do poder.
Temer faz todo o seu governo sem manifestações nas ruas, sem ameaças de impeachment.
E o brasileiro, tirando a sua responsabilidade destas contradições. - Os milhões que vestirem amarelo e forçaram o impeachment disseram, com o fiasco do governo e crimes de Temer, que "não fomos nos que elegemos ele", esquecendo que a derrubada de Dilma foi o que permitiu a ascensão de Temer ao posto de presidente.
- O STF mesmo "provocado" a se manifestar sobre a ameaça da prática de uma ilegalidade (prevenção) e mesmo depois da ilegalidade praticada sendo mais uma vez "provocado" a se manifestar sobre o tema, endossou, por omissão, a prática da arbitrariedade e ilegalidade do impeachment de Dilma. A falsa tese de que se tratava de uma prerrogativa do congresso, formou algo como um conluio de deposição visto que a constituição do Brasil proíbe a deposição por "voto de confiança/ desconfiança", permitindo o impeachment apenas em casos bem específicos e listados na Constituição.
- No Congresso, a canalhice foi ainda maior, quando os parlamentares usaram o nome de Deus para justificar o ato demoníaco de tirar do poder uma pessoa de forma injusta.
- O canalhismo da mídia, maior que as anteriores por ser o setor de "formação de opinião", e que se auto atribui como o setor que fiscaliza os excessos dos poderes, e a deposição de Dilma foi um ato excessivo que visava as modificações da ideologia do poder.
Queria-se trocar o projeto denominado de desenvolvimentusmo utilizado por Dilma pelo projeto neoliberal de Temer, descaradamente prometido, ainda antes do processo de impeachment, no documento de Temer chamado "Ponte para o Futuro".
Mas, o canalhismo - aceitar a mentira sem reflexão moral - não pára aí. Toda mentira exige atos contínuos de mentira para continuar escondendo a própria mentira original.
Para que se desse continuação à pretendida modificação da ideologia de poder era preciso não permitir que a plataforma de governo defendida pelo lado de Dilma retornasse ao poder. Aqui entra a atuação do juiz Moro.
Moro conseguiu, isso é uma coisa que a história também vai clarear, puxar o processo judicial de Lula - que deveria tramitar em São Paulo porque a lei impõe que os Processos devem correr no local onde ocorreu o pretenso crime (o apto e o sítio estão em São Paulo) - para isso Moro pratica a sua primeira artimanha; o setor jurídico brasileiro debateu essa forçada de barra do juiz de Curitiba para fazer crer que o dinheiro pago por construtoras para a aquisição dos imóveis foi fruto de favorecimento na Petrobras.
O juiz Moro já vinha conduzindo o processo contra a estatal de forma excessiva - dentro do preconizado em democracias que adotam o liberalismo jurídico que pretende proteger o indivíduo da "mão pesada" do Estado, (poder judiciário está dentro do conceito de Estado), ainda que aceita dentro do direito. Com a entrada de Lula no processo, o que eram até então ações excessivas de Moro - criticadas mas, aceitas pelo mundo jurídico - ultrapassa o liame e se sucede uma série de ilegalidades, todas elas trazidas a público e aos tribunais superiores pela defesa do ex-presidente Lula.
Lula seria o candidato à presidência que defenderia a posição de um governo de cunho desenvolvimentista e todas as projeções o indicavam como o possível vencedor das eleições.
Se Moro foi o responsável maior por impedir a candidatura de Lula, ele o fez com o massivo apoio da mídia; a mídia fez campanha à favor da condenação de Lula, e isso ficou claro durante todo o processo.
O canalhismo brasileiro continua quando se forma um verdadeiro conluio entre Ministério Público, a quem cabe com exclusividade a acusação, e o juiz, a quem cabe o julgamento, e como condução de equilíbrio da balança da justiça não se permite relação de conluio entre parte, seja defesa ou acusação, com o juiz julgador.
Sim, a essa altura - período que antecede ao registro das candidaturas - todas as ilegalidades de Moro que agora vêm à tona pelas matérias da Folha de São Paulo, BandNews e The Intercept já eram de conhecimento da sociedade pelas várias denúncias feitas pelos advogados de Lula e também juristas nacionais e internacionais.
A falsa verdade se torna tão evidente nos vazamentos das conversas entre o juiz e os procuradores da Lava-Jato que alguns daqueles setores que apoiavam a Lava-Jato passaram a reconhecer a série de ilegalidades praticadas por Moro. Mas, há resistências.
O canalhismo brasileiro está à prova. E ele se torna pretenso à continuidade ao se observar que a gravidade de ilegalidades, cada vez mais claras, dos atos praticados por Moro parece ser menos importante do que a mera disputa partidária. Mas, seria o processo justo, movido pelo juiz respeitando as normas de conduta estabelecidas nas próprias leis que deveria estar à prova e não a torcida por posições.
- O STF voltará a julgar a matéria,
- A Globo tetando blindar Moro.
- Os militares se intrometendo em
assuntos civis e do Poder Judiciário
exigindo a permanência da
condenação de Lula.
- O Congresso com todas as graves
denúncias não abriu CPI.
- Os camisas amarelas que foram às
ruas para pedir a derrubada de Dilma,
ameaçando botar fogo no país.
O canalhismo não pode esconder a verdade dos fatos e o respeito aos processos legais e justos. O canalhismo parece não perceber que ao se permitir excessos das polícias as tornamos arbitrárias; ao se permitir excessos dos juízes formamos uma sociedade injusta. O canalhismo não percebe que estes excessos sempre foram o horror das sociedades liberais e democráticas.
sábado, 22 de junho de 2019
Pinceladas de história
A Idade Moderna é um período específico da História do Ocidente que se inicia no final da Idade Média. Embora os limites cronológicos sejam objeto de debate, a linha temporal deste período estende-se do final do século XV até à Idade das Revoluções no século XVIII.
Muitos historiadores assinalam o início desta idade na data de 29 de maio de 1453, quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, incluindo assim o Renascimento e a Era dos Descobrimentos (incluindo as viagens de Colombo que começaram em 1492 e a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama em 1498), e data de término com a Revolução Francesa no dia 14 de Julho de 1789.
Os homens da Idade média consideravam os aspetos e fatos da vida e da história de acordo com os ideais religiosos. Para eles, a vida terrena e os acontecimentos históricos se explicavam pela vontade de Deus, um ser superior. Toda a ciência, a literatura e a arte daquela época dependiam do pensamento religioso.
Todavia, no decorrer do século XIII, a Itália e o resto da Europa começaram a modificar seu modo de pensar, voltando suas atenções para uma vida concreta e terrena, onde o homem passou a ter importância como o grande protagonista de acontecimentos e determinando, ele mesmo, a sua vontade.
No Renascimento, o mundo aparece como cenário das ações humanas, e não como expressão da vontade divina. A natureza também atrai as atenções e se torna objeto de observações e estudos por parte dos renascentistas.
A palavra Renascimento indica, em todos os seus aspetos, o prosseguimento da vida econômica, social e cultural que aconteceu na Itália e depois no resto da Europa.
O termo Renascimento vem de renascer da Idade Média, isto é, renascer ou reviver os valores da antiguidade clássica greco-romana.
A descoberta do Novo Mundo (Américas) As Grandes Navegações trouxeram novas experiências culturais e científicas.
O humanismo: Durante toda a Idade Média, o homem foi uma criatura frágil e submissa à vontade de Deus. Com o humanismo, ele acaba por se tornar responsável por si mesmo e não mais subordinado à vontade divina.
A queda de Constantinopla, a importante capital do Império Romano do Oriente, grande centro comercial e cultural medieval. Muitos intelectuais de Constantinopla se dirigiram à Itália após a sua queda.
O apoio dos mecenas, ricos senhores que patrocinavam artistas e literatos.
Os humanistas fizeram reviver e renascer valores da Antiguidade clássica greco-romana.
Características: O Renascimento tem como características: criação, originalidade, novos ideais, renovação artística e intelectual.
Retorno à cultura greco-romana: Antigos valores são reaproveitados.
Racionalismo: O uso da razão, mais do que dos sentimentos.
Hedonismo: Os prazeres de viver a vida no dia-a-dia foram valorizados.
Neoplatonismo: Alguns valores da Igreja foram criticados e abandonados.
Chamamos de humanismo o movimento literário e cultural que fez reviver os estudos da literatura clássica grega e romana, indispensáveis para a formação do homem e para levá-lo a viver com sabedoria e harmonia em sociedade.
O interesse dos humanistas era fazer reviver e valorizar diferentes culturas, enfatizando o homem, a ponto desse movimento ser chamado de antropocentrismo, colocando o homem como centro dos interesses e atenções.
Os humanistas desprezaram alguns valores cristãos, embora fossem cristãos, e apenas desejavam dar uma nova interpretação às mensagens do Evangelho.
Os humanistas queriam a todo custo criar uma nova cultura: introduziram métodos críticos na leitura e interpretação de fontes, reconstruindo textos originais, eliminando deformações e omissões dos copistas medievais.
A pós-modernidade é um conceito da sociologia histórica que designa a condição sócio-cultural e estética dominante após a queda do Muro de Berlim (1989), o colapso da União Soviética e a crise das ideologias nas sociedades ocidentais no final do século XX, com a dissolução da referência à razão como uma garantia de possibilidade de compreensão do mundo através de esquemas totalizantes.[1]
O uso do termo se tornou corrente embora haja controvérsias quanto ao seu significado e a sua pertinência.
Algumas escolas de pensamento situam sua origem no alegado esgotamento do projeto moderno, que dominou a estética e a cultura até final do século XX.
Em A Condição Pós-Moderna, François Lyotard caracteriza a pós-modernidade como uma decorrência da morte das "grandes narrativas" totalizantes, fundadas na crença no progresso e nos ideais iluministas de igualdade, liberdade e fraternidade
Da era da razão para a era da emoção
O mundo gira em ciclos. Da mesma forma, os modelos que orientam a humanidade se fecham, quando não mais satisfazem as necessidades e os anseios das coletividades, para que novos modos surjam.
São as insatisfações permanentes não supridas pelo sistema que esmaecem o sonhos e esperanças de um povo que fazem implodir os modelos.
O último grande ciclo da humanidade, ou paradigma, ou modelo, que ora se encerra, surgiu pelo desgaste do modelo anterior baseado na crença
Não bastou o exemplo de Descartes, filósofo, físico e matemático, por vezes chamado de "o fundador da filosofia moderna", reconhecido como uma das figuras-chave na Revolução Científica. A partir da filosofia de Descartes, inaugurou-se o racionalismo da Idade Moderna.
Os seus estudos filosóficos foram essenciais para nos indicar os caminhos para a saída do modelo que nos sufocava e nos trazia a insatisfação coletiva presente até o fim da idade média.
O seu pensamento é o marco essencial da saida do período histórico baseado na crença entrada no humanidade da era da razão.
Tudo o que se segue a Descartes sofre a influência determinante do seu pensamento de que "Penso logo, existo", marcante, inclusive, no iluminismo.
O Iluminismo, pode ser entendido como o período das busca da "iluminação" através da expansão do conhecimento e da "razão".
Modelo implode.
O racionalismo começa a dar lugar ao emotismo.
História analítica
A ideia de que a história pode ser vista e analisada com um todo, e que ela possui, não diria..., leis, pois isso lembra demais o positivismo tradicional, mas uma estrutura em um padrão, os quais constituem a narrativa da evolução da sociedade humana através de um longo período de tempo.
A história que mais me interessa é a analítica, ou seja, aquela que procura analisar o que ocorreu em vez de simplesmente descobrir o que aconteceu. Isso não significa que possa ser usada para se compreender exatamente de que modo o mundo desenvolveu-se de certa maneira, mais ela pode nos dizer de que modo os vários elementos reunidos no interior de uma sociedade contribuem para a criação de um dinamismo histórico, ou inversamente, não consegue provar tal dinamismo.
Dentro de certos limites é possível prever o futuro. Essa idéia foi equivocadamente posta de lado pela "inteligência" atual.
Augusto Comte já observava que as previsões são parte do nosso conhecimento.
Tal afirmação não seria de causar estranheza já que no mundo científico muitas das buscas por novas descobertas se baseiam em estudo e na expectativa (projeção) de necessidades futuras. Mesmo a vida dos negócios se baseia em realizar ações com projeções para o futuro que só são possíveis como fruto de observações passadas e presentes (história).
O pensador brasileiro, de grande projeção internacional, Milton Santos demonstrando como a história pode dar suporte para o entendimento dos acontecimentos presentes e futuros, insere o conceito de Clarividência, como a habilidade adquirida de “tentar ver, a partir do presente o que se projeta no futuro”, firmando que ter clarividência é uma virtude que se adquire pela intuição, mas sobretudo pelo “estudo”, ou seja, ver pelo presente o que se projeta no futuro.
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Militares do alto oficialato.
Os militares do alto oficialato se melaram ao respaldarem um governo ineficiente, sem projetos de país, sem planos para o crescimento econômico, que faz o desemprego aumentar e o PIB cair.
O alto oficialato ao se colocar dentro do governo são co-responsáveis pelo entreguismo, anti-patriótico, das riquezas nacionais para o estrangeiro.
Os militares do alto oficialato não conseguirão dar estabilidade a um governo que confronta desrespeitosamente o STF e o Congresso Nacional.
O alto oficialato será responsabilizado pelo caos que se anuncia.
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Cobra e pau na "Lava-Jato"
A cobra já vinha sendo mostrada por vários juristas que acompanharam o desenrolar da "Lava Jato", o que ferrou Moro é que agora, apareceu o pau; as ilegalidades de Moro confessadas por ele mesmo nas suas conversas vazadas.
Não interessa o meio que se conseguiu as conversas, para a Justiça o conteúdo da ilegalidade e a consequente injustiça da sentença supera a forma. O método, se ilegal, será motivo de processo judicial sem prejudicar a correção da sentença esdrúxula.
A parcialidade do juiz Moro foi recorrente em grande parte do processo e constantemente apontada por juristas renomados e de fora do processo.
O país terá que rever o processo contaminado por Moro em sua relação promíscua com a "força tarefa", bem como investigar e esclarecer qual a conjuntura utilizada por Moro para manipular a mídia e submeter os tribunais superiores, que não fizeram a contradita aos seus excessos e ilegalidades.
Há que se corrigir as violações contra o estado democrático de direito.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
A volta da intolerância do Estado.
A volta da intolerância do Estado.
O horror à cultura, à informação, às formas de expressão artística, à história e à filosofia.
1. Na época da ditadura qualquer forma de expressão artística era submetida irremediavelmente a uma censura prévia;
2. As peças de teatro eram obrigadas a um ensaio geral posta a censura federal, onde grande parte conteúdo do espetáculo era cortado e quase sempre se perdia o sentido e as ideias propostas. Vários shows e várias peças foram proibidos, perdendo-se tudo, inclui-se o tempo de elaboração, ensaios, figurinos e cenários;
3. Na literatura, trabalhos eram impedidos de serem impressos, livros impedidos de circular ou queimados;
4. Na música, artista foram perseguidos;
5. Jornais eram proibidos de publicar o que não agradava aos militares.
Qualquer coisa que era falada, escrita e tal, tinha que passar pela censura dos militares.
Os militares criaram o "fora do padrão" para criminalizar qualquer conduta alternativa ou que denotasse o conceito de liberdade. Assim foi que o "paz, amor e a flor" dos símbolos dos jovens tiveram seu conceito desvirtuado pelos militares que associaram o "amor" ao proxenetismo, a "paz" como slogan da subversão e a "flor" como aroma dos entorpecentes.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
O mundo a caminho da guerra
O mundo, cada vez mais, perto do precipício de uma guerra.
Populações elegendo candidatos de discursos nacionalistas, totalitários e antiglobalização.
Trump provocando todo o mundo.
Manifestações violentas das populações se espalhando pelos países.
Crise financeira sem fim e, enriquecendo cada vez mais os ricos, provocando a maior concentração de renda na história do planeta, segundo o economista francês Thomas Piketty.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
A família "mi mi mi"
A família "mi mi mi"
"Foco de crises na transição de governo, a disputa de poder que os filhos de Jair Bolsonaro travam nos bastidores e na própria mídia se anuncia como problema para o novo governo; Carlos era o que mais preocupava com sua mania de perseguição paranoica e brigas seguidas; agora, Flávio entrou no centro da crise, com a descoberta de R$ 1,2 milhão na conta de seu ex-assessor; Eduardo gera crises seguidas nas relações internacionais e na bancada do PSL na Câmara dos Deputados."