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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Platão, sobre como educar as crianças: “Não se deve obrigar as crianças a aprender nem forçá-las a absorver conhecimento; basta mostrar o caminho para que cada uma pense por conta própria.”

Platão, sobre como educar as crianças: “Não se deve obrigar as crianças a aprender nem forçá-las a absorver conhecimento; basta mostrar o caminho para que cada uma pense por conta própria.”

O dilema pedagógico acompanha a história humana desde a Antiguidade clássica, quando pensadores já debatiam os limites da disciplina rígida. Ao refletir sobre a formação dos jovens, Sócrates percebeu que a imposição mecânica apenas gera aversão ao estudo. Quando o saber nasce do estímulo correto, o intelecto se desenvolve guiado pela curiosidade das crianças.

Como a filosofia clássica enxerga o aprendizado infantil?

A tradição filosófica grega estruturou debates profundos sobre a transmissão de virtudes e conhecimentos na pólis. No Livro VII do clássico A República, o filósofo ateniense Sócrates dialoga sobre a formação dos guardiões e esclarece que mentes livres não devem ser submetidas à servidão intelectual. Uma instrução assimilada sob coerção não cria raízes permanentes, pois o indivíduo tende a rejeitar aquilo que foi gravado pelo medo do castigo.

Mas aqui está o detalhe: quando a mente infantil é respeitada em seu ritmo próprio, a assimilação dos conceitos acontece com clareza e profundidade.

Por que Platão defendia o ensino sem imposição ou violência?

O filósofo Platão argumentava que a violência pedagógica distorce o caráter e enfraquece o amor pela verdade. Em sua visão, nenhum homem livre deve aprender qualquer disciplina como se fosse um escravo submetido a ordens cegas. Enquanto os exercícios corporais forçados não causam dano permanente aos músculos, os conhecimentos introduzidos à força na mente não permanecem e acabam esquecidos com extrema facilidade.

Quais são os pilares da educação platônica para os primeiros anos?

O método de Sócrates propõe substituir a obrigação pela ludicidade, permitindo que a criança descubra o prazer da investigação. Em vez de impor tarefas mecânicas ou castigos severos, o educador deve criar ambientes estimulantes, nos quais a imaginação encontre espaço fértil para florescer. Esse princípio assegura que o processo formativo respeite o ritmo biológico e psicológico, fortalecendo a autonomia do pensamento desde cedo.

Compreender essas diretrizes ajuda a estruturar práticas pedagógicas mais equilibradas, organizadas em fatores determinantes para o desenvolvimento integral:

    Abordagem lúdica: utilização de jogos e atividades dinâmicas para despertar o interesse espontâneo pelas ciências e artes.
    Identificação de talentos: observação cuidadosa das preferências da criança para reconhecer suas vocações desde cedo.
    Preservação da liberdade: condução do estudo sem métodos punitivos, garantindo que o conhecimento seja acolhido voluntariamente.

De que maneira o modelo socrático pode orientar pais e professores hoje?

A pedagogia moderna dialoga frequentemente com as noções clássicas ao enfatizar o protagonismo dos estudantes no processo de ensino. No ambiente doméstico e escolar, pais e professores alcançam melhores resultados quando adotam a escuta ativa em vez da imposição autoritária. Ao formular perguntas que despertam a reflexão, os adultos incentivam a elaboração de hipóteses e fortalecem a capacidade de discernimento dos jovens.

E o ponto central é este: aplicar tais conceitos no cotidiano escolar exige a adoção de estratégias conscientes para cultivar o hábito de reflexão permanente:

    Estímulo à investigação: incentivo à formulação de dúvidas espontâneas em vez de respostas prontas e decoradas.
    Valorização do erro: tratamento das falhas como etapas naturais da construção do raciocínio lógico.
    Ambiente dialógico: criação de momentos de conversa aberta em que opiniões e argumentos são ouvidos com respeito.

Como transformar a curiosidade natural no motor do conhecimento?

O cultivo da sabedoria exige paciência e sensibilidade por parte dos mediadores do saber. Quando os educadores abandonam práticas puramente punitivas e passam a instigar o questionamento, as crianças desenvolvem autoconfiança para explorar temas complexos. Dessa forma, o estudo deixa de ser uma obrigação enfadonha e se consolida como uma busca voluntária, alinhada com as potencialidades individuais de cada aprendiz.

Resgatar esses valiosos ensinamentos da filosofia antiga oferece caminhos consistentes para edificar uma formação ética e intelectualmente livre de amarras.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Clint Eastwood sobre a velhice

Aos 96 anos, Clint Eastwood quebrou uma das ilusões mais confortáveis que temos sobre envelhecer: a ideia de que chegar à velhice extrema é apenas uma vitória bonita, tranquila e cheia de sabedoria.

Em um discurso recente, ele falou sem romantizar sobre o que acontece com o corpo ao longo do tempo. Os ossos perdem flexibilidade, os movimentos ficam mais lentos, a luz forte começa a incomodar os olhos, e até respirar pode exigir mais esforço. Mas, segundo ele, isso era apenas o começo.

Com a dureza e a sinceridade que sempre marcaram sua imagem, Eastwood tocou em um assunto que muita gente prefere evitar. Ele não ofereceu frases prontas sobre a terceira idade ser um período de paz absoluta, nem tentou transformar a velhice em uma propaganda bonita.

Pelo contrário. Ele descreveu, de forma crua e direta, o que acontece quando um ser humano se aproxima de um século de existência.

“A luz machuca os olhos, e até respirar pode parecer um trabalho pesado”, teria dito Eastwood, ao falar sobre a constante batalha de viver dentro de um corpo que já não responde como antes.

“O corpo simplesmente não coopera do mesmo jeito. Cada passo precisa ser pensado. Cada movimento exige uma estratégia.”

Mas ele também deixou claro que o desgaste dos ossos, dos músculos e da força física é apenas a parte mais visível da velhice.

O peso mais profundo de envelhecer tanto não está apenas na dor do corpo. Está no emocional. Está no psicológico. Quando alguém atravessa os 90 anos, o mundo ao redor muda de uma forma silenciosa, mas brutal.

Você olha para os lados e percebe que a maioria das pessoas que conheciam sua juventude já não está mais aqui. Aqueles que dividiram suas histórias, suas piadas internas, suas lutas, seus erros e suas vitórias desapareceram com o tempo.

O círculo de rostos familiares vai diminuindo. O telefone toca cada vez menos. Os dias parecem mais longos, mais lentos, mais vazios. E, muitas vezes, a parte mais difícil não é a dor física, mas a ausência de alguém que realmente queira sentar, escutar e se importar.

Quando o presente se torna silencioso demais, a mente humana procura abrigo no passado. Eastwood explicou que revisitar antigas memórias não é sinal de fraqueza, nem apenas nostalgia. É uma forma de continuar existindo por inteiro.

É por isso que muitas pessoas idosas repetem as mesmas histórias. Elas acrescentam pequenos detalhes, voltam aos mesmos acontecimentos, contam de novo aquilo que já contaram antes. Não fazem isso para se exibir, nem para dominar a conversa. Fazem isso para se prender a uma realidade em que foram fortes, amadas, úteis e presentes.

“Você se pega repetindo histórias, acrescentando detalhes, não para convencer ninguém, mas apenas para sentir que ainda está conectado a alguma coisa”, teria admitido Eastwood. “Você tenta passar algo para os mais jovens, mesmo quando percebe o tédio nos olhos deles.”

Vivemos em uma cultura que trata a longevidade como um troféu. Parabenizamos as pessoas por sobreviverem muitos anos, mas raramente falamos sobre a solidão esmagadora que pode acompanhar essa sobrevivência.

Celebramos o novo, o rápido, o brilhante, o conectado. Mas quase não deixamos espaço para o ritmo lento, repetitivo e profundo daqueles que já viveram quase tudo.

Clint Eastwood pode ser um gigante do cinema, mas suas palavras não falam apenas sobre ele. Elas falam por cada idoso anônimo de 90 anos que mora na casa ao lado, que senta à mesa da família em silêncio, ou que espera apenas alguns minutos de atenção verdadeira.

Essas pessoas são bibliotecas vivas da nossa história. Carregam memórias de um mundo que ajudou a construir o caminho por onde caminhamos hoje.

Quando escolhemos desacelerar, guardar o celular, abandonar a pressa e realmente ouvi-las, algo poderoso acontece. Nós criamos uma ponte entre gerações. Permitimos que o passado respire no presente. E lembramos a elas que ainda importam.

No fim, as rugas em seus rostos não são apenas marcas do tempo. São mapas de uma vida inteira. Cada linha guarda uma perda, uma vitória, uma saudade, uma escolha, uma sobrevivência.

E sentar ao lado de alguém que chegou tão longe, ouvindo sua jornada com respeito, não é um favor.

É um privilégio.

sábado, 20 de dezembro de 2025

Como se tornar uma pessoa de boa energia.

Como se tornar uma pessoa de boa energia.

Quando alguém diz que você tem "boa energia", significa que sua presença é positiva, agradável e inspiradora, fazendo as pessoas se sentirem bem, confortáveis e mais leves perto de você.

Em outras palavras, seja:

    Positivo e Otimista: Tenha atitudes construtiva, não foque em negatividade e inspire os outros.
    Empático e Gentil: Demonstre simpatia, seja um bom ouvinte e se importe com os outros.
    Vibrante e Entusiasmado: Tenha disposição, vitalidade e esteja em sintonia consigo mesmo e com a vida.
    Atraia Coisas Boas: Pessoas vão gostar de estar perto, e coisas positivas irão acontecer.
    Seja um Refúgio: Seja alguém que traz conforto e faz as pessoas se sentirem seguras, como um apoio.
    Tenha bom caráter: Tenha atitudes boas. Assim você lida bem com limites e não se envolve em conflitos desnecessários. 

O que significa querer estar sempre certo, segundo a psicologia

O que significa querer estar sempre certo, segundo a psicologia
Por Larissa Carvalho 11/12/2025 

Querer ter sempre a razão é um comportamento que costuma aparecer em diferentes contextos: no trabalho, na família, entre amigos e até em debates nas redes sociais. Em muitos casos, essa postura é interpretada apenas como “gênio forte” ou “personalidade difícil”. No entanto, a psicologia aponta que esse hábito pode estar ligado a mecanismos internos mais profundos, relacionados à forma como a pessoa lida com inseguranças, críticas e com a própria imagem.

O que significa sempre querer ter razão segundo a psicologia

A psicologia descreve esse padrão como um conjunto de fatores cognitivos e emocionais. Um dos conceitos frequentemente associados a esse comportamento é a inflexibilidade cognitiva, isto é, a dificuldade de mudar de ideia, considerar novas perspectivas ou revisar crenças antigas (Hohl e Dolcos, 2024).

Nesses casos, a pessoa tende a interpretar divergências como desafios pessoais, e não como diferenças naturais de opinião. Assim, o diálogo deixa de ser um espaço de troca e passa a funcionar como um “campo de prova” em que é preciso defender a própria imagem a qualquer custo.

Quais são as principais causas de querer ter sempre a razão

De acordo com abordagens clínicas atuais, o comportamento de precisar estar certo o tempo todo costuma ter raízes em diferentes áreas da vida emocional. Em muitos casos, ele é um reflexo de experiências anteriores, modelos de relacionamento e estratégias de proteção que foram sendo construídas ao longo dos anos.

Além de fatores individuais, como traços de personalidade mais rígidos, o ambiente em que a pessoa cresceu também pode reforçar esse padrão. A seguir, algumas causas comuns ajudam a entender por que a necessidade de ter razão se torna tão intensa, como explicita o estudo de Souza, Pelegrini e Fineberg (2024).

    Medo de errar: o equívoco é visto como falha pessoal, o que gera desconforto intenso ao reconhecer um engano.
    Baixa autoestima e insegurança: confirmar que está certo funciona como uma forma de reforçar o próprio valor.
    Inflexibilidade cognitiva: há resistência em rever crenças ou aceitar informações que contrariem o que já se pensa.
    Necessidade de controle: manter opiniões firmes oferece sensação de ordem em situações que parecem imprevisíveis.

Como esse comportamento afeta relacionamentos e bem-estar emocional

Do ponto de vista das relações, a necessidade constante de ter a razão pode gerar desgaste. Conversas simples podem transformar-se em disputas, já que o objetivo passa a ser provar algo em vez de compreender o outro, o que reduz a empatia e a sensação de parceria.

No campo emocional, insistir em estar certo o tempo todo pode aumentar a ansiedade e a tensão interna. A pessoa passa a monitorar situações para garantir que não será desmentida, limita a abertura ao aprendizado e pode sentir solidão por ser vista como pouco acessível ou rígida.

- Discussões tendem a se prolongar além do  necessário.
- Erros menores ganham proporções maiores  por falta de admissão.
- Outras pessoas podem evitar conversar 
sobre determinados temas.
- A pessoa corre o risco de ser vista como 
pouco acessível ou rígida.

É possível lidar de forma diferente com a necessidade de ter razão

A psicologia indica que, embora esse comportamento possa estar bem enraizado, ele não é fixo. Com autoconhecimento e, em alguns casos, acompanhamento profissional, é possível reconhecer padrões, entender de onde vem a dificuldade em admitir erros e desenvolver formas mais flexíveis de se relacionar com opiniões diferentes.

Algumas estratégias simples podem ajudar a flexibilizar esse padrão, favorecendo relações mais saudáveis e uma postura interna menos defensiva. Entre elas estão práticas que estimulam a escuta ativa, a tolerância ao erro e a compreensão de críticas como oportunidades de crescimento:

    Perceber os gatilhos: identificar situações em que a necessidade de ter razão aparece com mais força, como em discussões específicas ou diante de certas pessoas.
    Diferenciar crítica de ataque pessoal: separar a ideia que está sendo questionada da própria identidade ajuda a reduzir a sensação de ameaça.
    Praticar escuta ativa: prestar atenção real ao que o outro diz, em vez de preparar contra-argumentos o tempo todo.
    Normalizar o erro: encarar equívocos como parte do desenvolvimento, e não como sinal de fracasso.

https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/o-que-significa-querer-estar-sempre-certo-segundo-a-psicologia/.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Zygmunt Bauman, sociólogo: “Existem muitas maneiras de achar a felicidade, mas na sociedade de hoje todas passam por uma loja.

Zygmunt Bauman, sociólogo: “Existem muitas maneiras de achar a felicidade, mas na sociedade de hoje todas passam por uma loja.

A ideia de felicidade sofreu uma transformação significativa e segundo Bauman, o consumo tornou-se o novo caminho para atingir o bem-estar.

Redação O Antagonista

Em tempos contemporâneos, poucos intelectuais se destacaram tanto quanto o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que dedicou sua vida a analisar as mudanças constantes em nossa sociedade, cunhando o termo “modernidade líquida” para descrever uma realidade em que tudo é transitório, assim como a felicidade.

Nesse cenário, as relações pessoais, carreiras profissionais e até mesmo a identidade passam por transformações rápidas e ininterruptas. Em 2025, as previsões de Bauman continuam ressoando, evidenciando um futuro indefinido onde a incerteza se torna um estado perene.

Contrastando com a “sociedade sólida” do passado, que valorizava a permanência e os vínculos duradouros, a era atual se caracteriza pela volatilidade.

Antigamente, as pessoas frequentemente passavam suas vidas inteiras em um único emprego, formavam famílias estáveis e envelheciam em ambientes que pouco mudavam.

Hoje, no entanto, a mudança é a norma. Indivíduos se veem constantemente reinventando-se, mudando de emprego, parcerias e até mesmo redefinindo suas identidades pessoais.

Dados recentes do Observatório Demográfico revelam que mais de 50% dos casamentos em diversos países resultam em divórcio, espelhando a fragilidade emocional da vida moderna.

Como a busca pela felicidade foi redirecionada?
Neste panorama incerto, a concepção de felicidade sofreu uma transformação significativa. Segundo Bauman, o consumo tornou-se o novo caminho para atingir o bem-estar.

Ao invés de associar a identidade ao trabalho, valores ou contribuições pessoais, ela agora se reflete naquilo que se possui. Essa mudança de perspectiva enfatiza que não somos mais definidos pelo que fazemos, mas pelo que compramos.

Tal constatação oferece uma crítica contundente ao consumismo desenfreado, evidenciando como a satisfação através de compras é efêmera e cria uma dependência contínua em busca de novas aquisições.

A neurociência apoia as intenções de Bauman?

As descobertas na neurociência corroboram as ideias centrais de Bauman.

Atividades simples e significativas como praticar exercícios, socializar, leitura ou até mesmo atos de caridade são capazes de desencadear reações químicas no cérebro, liberando hormônios como dopamina e oxitocina, associados à felicidade.

Infelizmente, a sociedade atual tende a subvalorizar essas experiências face à gratificação instantânea proporcionada pelo consumo e pelas telas digitais.

Estudos de prestigiadas universidades, como Harvard, demonstram que as conexões humanas são cruciais para uma vida satisfatória, mas são muitas vezes negligenciadas em nosso ritmo acelerado de vida.

Qual é o impacto das redes sociais sobre nossa felicidade?

Em um cenário ligado às interações digitais, as redes sociais emergem como vitrine das vidas pessoais, reforçando a lógica do consumismo. Nelas, demonstram-se aquisições e experiências como se fossem troféus, em uma busca incessante por validação externa.

No entanto, essa felicidade projetada é passageira e frágil. Ao sumir o brilho de um novo objeto ou a emoção de uma experiência recente, resta um sentimento de vazio.

Bauman acreditava que esse ciclo nos leva a esconder nossas emoções e nos desconectar de nós mesmos e dos outros, prejudicando nossa capacidade de enfrentar desafios emocionais de maneira saudável.

Em suma, as ideias de Zygmunt Bauman sobre a modernidade líquida permanecem altamente relevantes no contexto atual.

Ele alertava sobre os perigos de uma vida guiada pelo consumo e pela instabilidade emocional, destacando a necessidade de um retorno a formas de felicidade mais genuínas e duradouras.

À medida que a sociedade avança, cabe a cada indivíduo buscar um equilíbrio que valorize relações humanas e experiências significativas sobre as satisfações instantâneas e superficiais do consumo.

No link
https://oantagonista.com.br/ladooa/entretenimento/zygmunt-bauman-sociologo-existem-muitas-maneiras-de-achar-a-felicidade-mas-na-sociedade-de-hoje-todas-passam-por-uma-loja/

sábado, 25 de outubro de 2025

Que fazer quando o mal-estar com a sociedade já não decorre da proibição, mas do excesso?

Diálogo com a psicanalista Clotilde Leguil, sobre novo livro. Que fazer quando o mal-estar com a sociedade já não decorre da proibição, mas do excesso? E quando a exigência de superar limites invade o pessoal, ecológico e político? Quais saídas?

Do site "Outras Palavras" 

Clotilde Leguil em entrevista a Amador Fernández-Savater, no CTXT | Tradução: Rôney Rodrigues

“Todos estamos em perigo”, disse Pasolini em sua última entrevista, poucas horas antes de ser assassinado. Esta frase me vem à mente ao ler o último livro da psicanalista Clotilde Leguil, A Era do Tóxico – Ensaio sobre o novo mal-estar na civilização [sem tradução para no Brasil]. Todos estamos em perigo não apenas pela ameaça externa de poderes destrutivos para a vida, mas também pela possibilidade de que o veneno da destrutividade atue e se espalhe a partir do nosso próprio interior. Nós somos parte do perigo.

É isso que Leguil se propõe a pensar, escutando o que diz uma palavra-sintoma que circula hoje por toda parte: o “tóxico”. Com o auxílio da literatura, do cinema e da psicanálise, Leguil interpreta o tóxico como um novo imperativo de gozo, a compulsão por uma satisfação bruta e imediata, uma voracidade que não pode ser saciada de forma alguma. O mal do ilimitado. O regime do hiper (hiperatividade, hiperestimulação, hipersexualização).

O filósofo Félix Guattari propôs, há vinte e cinco anos, pensar interligados três “ecossistemas”: o íntimo, o relacional e o planetário. O ensaio de Leguil reflete sobre o “veneno” que hoje ameaça desertificar os três, esgotando o corpo individual, social e terrestre. E propõe uma ética do desejo, da responsabilidade perante o nosso desejo, como resistência e limite.

Apesar de Heidegger, que afirmava que a fala corrente é uma fala “inautêntica”, repleta de clichês, a senhora decide escutar o mal-estar na linguagem ordinária e fixa-se numa palavra de uso corrente hoje: o tóxico. Um exercício de escuta analítico, poderíamos dizer, de um sintoma de época. Quais possibilidades e riscos tem este exercício de escuta? A senhora teme ter contribuído para legitimar uma palavra que provém do âmbito da autoajuda, do coaching, da educação sentimental das redes sociais?

Interessei-me por este significante do “tóxico” a partir do seu novo uso, que me fez levantar questões. Apostei em levar a sério esta extensão do termo, própria da nossa época. Hoje em dia, o tóxico já não designa apenas as substâncias em si, mas uma modalidade de relação com o outro, que se assemelharia a um veneno. Partindo desta constatação, tentei interpretar esta nova metáfora do nosso mal-estar, uma nova metáfora que capturei primeiro através da linguagem, do discurso concreto, da forma como os sujeitos falam do seu mal-estar. Não se trata apenas de usar esta palavra para legitimá-la, mas de interpretá-la e tentar ver o que ela abrange, de que é sintoma.

O tóxico, diz a senhora, fala-nos de um novo mal-estar, do mal-estar específico da nossa época. Já não estamos na época em que o mal-estar tinha a ver com a proibição e a lei, com um esmagamento do desejo através da repressão, mas houve uma mudança. Do que se trata?

Efetivamente, interpretei esta influência do tóxico nas relações humanas a partir da psicanálise. Na minha opinião, ela testemunha uma nova figura do Super-eu, aquela que Lacan definiu em seu escrito Kant com Sade em 1963. Estaríamos nos encontrando perante uma inversão do Super-eu da proibição, do Super-eu freudiano. E esta inversão revelaria também a verdadeira função do Super-eu, que é sempre da ordem da forçatura, do forçamento. Este novo Super-eu é aquele que força a gozar cada vez mais. Produz o que Lacan chamou a busca de um plus de gozo, que se impõe a cada um. O termo “tóxico” poderia dar testemunho dos efeitos deste “excesso” de gozo, não no sentido de “excesso” de prazer, mas no sentido de “excesso” de forçamento do prazer, de exigências pulsionais que aniquilam o desejo.

O tóxico, no uso corrente do termo, faz-nos pensar sempre que é um problema do outro. O outro é a pessoa tóxica da qual convém afastar-se, o tóxico vem de fora, etc. No entanto, a senhora complexifica o termo para nos dar a entender que o tóxico está em nós mesmos. O “fora”, o que vem de fora, articula-se ou ativa algo “dentro”, no nosso próprio interior. Como é essa dialética dentro-fora?

Sim, a experiência tóxica, tal como a interpreto, é da ordem de uma nova dialética entre o exterior e o interior. Algo do outro vem tocar o nosso corpo, como uma flecha envenenada que nos fere, mas, antes disso, também nos embriaga. É o lado anfibológico do tóxico: por um lado, a experiência tóxica faz experimentar uma forma de prazer estranho e novo; por outro lado, conduz a derivar para um gozo mau e destrutivo.

A marca do excesso no nosso interior, diz a senhora, é a “pulsão”. O mandato de época impele à satisfação pulsional total. Mas, o que é a pulsão? É biológica, é cultural? É ontológica, é histórica? Um cruzamento de ambas?

A pulsão, tal como a define Freud, é uma força libidinal que se situa entre o somático e o psíquico. Direi com Lacan que a pulsão é também o que responde no corpo a uma angústia perante o desejo do outro. É a forma como o vínculo com o outro pode suscitar uma espécie de exigência pulsional, à qual o sujeito não consegue dizer “não”. A dimensão da hýbris, do excesso, poderia ser a que evoca o termo “tóxico”. Há algo que é “demasiado” e que provoca angústia.

No gozo, no tóxico, o outro, o diferente, desaparecem. Desaparece o vínculo, desaparece o tempo como duração, desaparece o mundo compartilhado. Evaporam-se como simples instrumentos ou ocasiões de gozo. Isso tem efeitos terríveis sobre o que Félix Guattari chamava de “as três ecologias”: o ecossistema pessoal, o ecossistema social e o ecossistema terrestre. Em todos os três casos, um tipo de forçamento ameaça chegar até o colapso e o esgotamento (da energia, da atenção, dos vínculos).

Sim, no meu ensaio interessei-me por estes três campos: o campo íntimo, o campo ecológico e o campo político. Porque o interesse deste termo “tóxico” é que se situa na encruzilhada dos três. Em cada um deles, o que se denomina “tóxico” é o que põe em perigo a vida, o que obriga os seres vivos a suportar uma estimulação que vai além do suportável.

O tóxico articula-se com a linguagem. Há uma palavra que envenena. Como entender isto?

Situo a experiência tóxica no nível de uma modalidade do discurso que exige uma forma de forçamento pulsional que coloca o sujeito em perigo: uma frase tóxica seria uma frase que envenena o sujeito, injetando em seu corpo uma forma de crença, mas também transgredindo uma fronteira. Penso nos discursos tóxicos como aqueles que te fazem abandonar toda ética
(....)

Texto completo:
https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/era-das-relacoes-toxicas/

domingo, 5 de outubro de 2025

O QUE É DARK ENLIGHTENMENT? Entenda a filosofia que assusta o mundo

O que é o DARK ENLIGHTENMENT (Iluminismo Sombrio)? Tudo o que Você Precisa Saber Sobre Esta Corrente Filosófica Polêmica. Já parou pra pensar como é estranho viver num mundo onde a gente fala tanto em igualdade, liberdade e fraternidade — mas, cá entre nós, parece que esses ideais nem sempre funcionam tão bem assim na prática?

Pois é exatamente aí que entra o Dark Enlightenment , ou Iluminismo Sombrío , uma corrente filosófica que veio pra sacudir os alicerces do pensamento moderno. Não é só mais uma moda passageira: é um espelho torto da nossa sociedade atual, refletindo verdades que muita gente prefere fingir que não existem.

Alguns a chamam de "ordem liberal moderna ".

Eles argumentam que:

A democracia levou ao descontrole populacional e à burocracia desenfreada .
A igualdade absoluta ignorou diferenças biológicas e culturais reais.
A meritocracia virou uma ilusão.
A tecnologia está fugindo do controle humano.
O Estado moderno se tornou ineficiente e opressor.
Em resumo: o sonho utópico do progresso humano terminou virando um pesadelo distópico.

Seus formuladorescompartilham algo em comum: uma certa descrença na capacidade da democracia de resolver os problemas reais do mundo . 

OS PILARES DO DARK ENLIGHTENMENT

O Iluminismo Sombrío não é uma doutrina única, nem tem dogmas fixos. É mais uma rede de ideias interligadas, que compartilham certos pressupostos críticos. Alguns dos principais pilares incluem:

1. Crítica à Democracia Liberal

Os adeptos do DE acreditam que a democracia, especialmente na sua forma moderna, favorece o caos político, a manipulação das massas e a incapacidade de governar com eficiência. Segundo eles, a busca por votos leva os políticos a fazerem promessas impossíveis, enquanto negligenciam soluções reais.

“Quanto mais igualdade forçada, menos liberdade real.”

2. Rejeição do Politicamente Correto

Um dos pontos mais polêmicos do movimento é sua postura contra o politicamente correto. Muitos seguidores defendem a livre expressão radical, inclusive quando isso envolve discutir temas tabus como raça, gênero e hierarquia natural.

3. Hierarquia Natural vs. Igualdade Imposta

O DE questiona a ideia de que todos são iguais em potencial. Para alguns membros do movimento, há diferenças biológicas, culturais e psicológicas que precisam ser reconhecidas — e não negadas por motivos ideológicos.

“Não estamos tentando criar um mundo igual. Estamos tentando entender o mundo como ele é.”

4. Tecnologia e Poder

Outro aspecto fascinante é a visão ambígua em relação à tecnologia. De um lado, ela é vista como inevitável e poderosa; de outro, como algo que pode escravizar a humanidade se não for controlada por sistemas autoritários competentes.

5. Neocameralismo e Retorno ao Absolutismo

Alguns teóricos propõem que Estados deveriam ser geridos como empresas, com CEOs no lugar de presidentes e lucratividade como critério de sucesso. Outros defendem formas de governo absolutista, desde que racionais e eficientes.


Para os pensadores do Dark Enlightenment, a democracia moderna não apenas falha em entregar eficiência — ela é, por natureza, um sistema que corrói sua própria base. Segundo eles, governos eleitos pelo voto popular tendem a priorizar o curto prazo, seduzidos pela necessidade de agradar a maioria a qualquer custo. Isso gera políticas populistas, promessas irrealistas e uma incapacidade estrutural de enfrentar problemas complexos, como mudanças climáticas, desigualdade real ou avanço tecnológico sem controle.

A crítica mais contundente parte do pressuposto de que a democracia delega poder político a pessoas que não têm expertise para usá-lo . Em vez de governantes escolhidos por mérito técnico ou visão estratégica, temos líderes moldados por campanhas publicitárias e redes sociais. Para o DE, isso é como deixar um piloto amador voar um avião supersônico: pode parecer divertido até o momento do impacto. E quando esse impacto chega, quem paga o preço é toda a sociedade.

Daí surge a alternativa radical: governar não deve ser um direito de todos, mas uma responsabilidade de poucos — os mais competentes, racionais e preparados para lidar com sistemas complexos . Muitos dentro do movimento defendem que o futuro pertence àqueles que entendem tecnologia, algoritmos e sistemas de poder — os chamados “tecnólogos”. Não no sentido de engenheiros ou programadores apenas, mas de mentes capazes de pensar além da emoção coletiva, acima da política partidária e longe das paixões momentâneas das massas.

O QUE DIZEM OS CRÍTICOS?
Claro que não podia faltar a outra ponta. Críticos do DE apontam que:

Ele tende a romantizar sistemas autoritários.
Usa dados científicos de forma seletiva ou deturpada.
Ignora contextos históricos complexos.
Pode servir como disfarce para ideologias radicais.
E há quem diga que o movimento é, no fundo, apenas nihilismo mascarado de filosofia . Uma tentativa de encontrar sentido no caos, sem oferecer realmente uma saída.

Matéria completa em: 

https://www.oarquivo.com.br/temas-polemicos/historia/9163-o-que-e-dark-enlightenment-entenda-a-filosofia-que-assusta-o-mundo.html

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O mundo multipolar e o Brasil.

O mundo multipolar e o Brasil. 

Os últimos acontecimentos mundiais demonstram que um novo mundo, multipolar,  já se consolidou. E o Brasil é um dos países centrais nesse novo paradigma. 

A guerra da Ucrânia e a posição da Rússia nas negociações demonstra que Moscou deixou de ser tratada como inimigo a ser isolado para se afirmar como polo de qualquer decisão. Isso demonstra uma mudança  na correlação de forças. A Rússia ao resistir às pressões da OTAN e defender sua soberania se reafirma como um dos player desse do novo mundo multipolar

Em outra ponta se encontra a China como potência econômica, sua estabilidade política, capacidade de influência via cooperação multilateral intensa e um novo tipo de assertividade.

Em outro eixo se encontra o Brasil com sua enorme riqueza na produção de alimentos, energia, produtos minerais, inclusive o tão cobiçados "terras raras",  indispensáveis ao mundo. O Brasil a ser o país maior perseguido pelas medidas excessivas de Trump e não tendo se dobrado demonstrou sua independência ao unilateralismo e se firmando como uma das lideranças do mundo multipolar. O Brasil é hoje voz ativa em organismos multilaterais, atua pela democratização do Conselho de Segurança da ONU e defende a integração latino-americana no âmbito da Celac. Tudo isso reforça a centralidade brasileira no novo equilíbrio global. 

Essa é a nova política mundial contemporânea que se reorganiza em torno de redes de cooperação que já não podem ser desfeitas. Rússia, China e Brasil, na concertação política do BRICS, são os três protagonistas dessa nova configuração de forças. 

Daí as várias medidas é excessivas de Trump para tentar anular essa transição em curso e restaurar a velha ordem unipolar. E ele disse isso de forma muito clara quando tornou seu mote principal de campanha:
“Fazer a América grande de novo”.

Se isso vai gerar um novo imperialismo aí só aguardando os tempos. 

sábado, 5 de abril de 2025

As gerações e suas características

O conceito de geração refere-se a um grupo de indivíduos que compartilham experiências e eventos históricos significativos durante um determinado período de tempo, o que molda sua visão de mundo e suas prioridades.

Cada geração traz consigo uma perspectiva única, fruto de seu contexto histórico e social. Compreender as características para a compreensão e a valorização da diversidade.

GERAÇÃO SILENCIOSA: 1925 e 1945
A Sabedoria dos Mais Velhos

A Geração Silenciosa, também conhecida como Veteranos ou Construtores, é composta por indivíduos nascidos entre 1925 e 1945. Essa geração cresceu em um período marcado por grandes desafios, como a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Esses eventos moldaram profundamente seus valores e sua forma de encarar a vida.

Os membros da Geração Silenciosa são conhecidos por sua resiliência, disciplina e senso de dever. Eles cresceram em um ambiente de escassez e incerteza, o que os levou a valorizar a estabilidade, a segurança e a prudência em suas decisões. Essa geração é reconhecida por sua dedicação ao trabalho, sua lealdade às instituições e sua capacidade de superar adversidades. Muitos deles construíram carreiras sólidas e contribuíram significativamente para o desenvolvimento econômico e social de seus países.

No entanto, a Geração Silenciosa também enfrenta desafios na sociedade atual. Sua abordagem mais tradicional e conservadora pode entrar em conflito com as perspectivas mais progressistas e inovadoras das gerações mais jovens. Além disso, à medida que essa geração envelhece, ela enfrenta questões relacionadas à saúde, aposentadoria e cuidados de longo prazo. 

BABY BOOMERS: 1946 e 1964
A Geração da Prosperidade

A Geração Baby Boomers, nascida entre 1946 e 1964, é uma das gerações mais numerosas e influentes da história. Essa geração cresceu em um período de prosperidade econômica e otimismo social, após a Segunda Guerra Mundial. O boom demográfico e a expansão da classe média foram fatores-chave que moldaram a identidade e as aspirações dessa geração.

Os Baby Boomers são conhecidos por sua ambição, seu espírito empreendedor e sua busca por realização pessoal. Eles cresceram em um ambiente de crescimento econômico e oportunidades, o que os levou a valorizar o sucesso profissional, a acumulação de riqueza e o consumismo. Essa geração também foi marcada por movimentos sociais e culturais, como a luta pelos direitos civis, o feminismo e a contracultura.

No mercado de trabalho, os Baby Boomers desempenharam um papel fundamental, ocupando posições de liderança e influenciando a cultura organizacional. 

Apesar desses desafios, a Geração Baby Boomers continua a ter um impacto significativo na sociedade, seja através de sua participação ativa na vida pública, seja por meio de sua influência cultural e política. Sua experiência e sua perspectiva única são valiosas para a compreensão das dinâmicas sociais e econômicas contemporâneas.

GERAÇÃO X: 1965 e 1980
A Transição entre o Analógico e o Digital

A Geração X, nascida entre 1965 e 1980, é frequentemente vista como a geração da transição, situada entre o mundo analógico e o digital. Essa geração cresceu em um período de rápidas transformações tecnológicas, sociais e econômicas, o que a levou a desenvolver habilidades únicas para se adaptar a essas mudanças.

Os membros da Geração X são conhecidos por sua independência, sua resiliência e sua capacidade de se reinventar. Eles cresceram em um ambiente marcado pela incerteza econômica, pela instabilidade no emprego e pela necessidade de se adaptar constantemente. Essa experiência os tornou mais pragmáticos, menos confiantes nas instituições e mais propensos a buscar oportunidades fora dos caminhos tradicionais.

Essa geração é conhecida por sua capacidade de equilibrar a tecnologia e as relações pessoais, buscando um equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal.

GERAÇÃO Y (MILLENNIALS): 1981 e 1996
A Era da Tecnologia e da Conectividade

A Geração Y, também conhecida como Millennials, é composta por indivíduos nascidos entre 1981 e 1996. Essa geração é a primeira a crescer totalmente imersa na era digital, o que moldou profundamente sua forma de pensar, se comunicar e se relacionar com o mundo.

Os Millennials são conhecidos por sua familiaridade com a tecnologia, sua conectividade constante e sua busca por propósito e significado em suas vidas. 

Essa geração também é caracterizada por sua valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, sua preocupação com questões sociais e ambientais, e sua disposição em questionar e desafiar as estruturas e os modelos tradicionais. 

No entanto, a Geração Y também enfrenta desafios, como a dificuldade de se estabelecer financeiramente, a pressão por resultados imediatos e a necessidade de encontrar um propósito em meio a um mercado de trabalho em constante transformação. Apesar desses desafios, os Millennials têm demonstrado sua capacidade de inovar, de se adaptar e de liderar mudanças em diversos setores da sociedade.

GERAÇÃO Z: 1997 e 2012
A Geração Nativa Digital

A Geração Z, nascida entre 1997 e 2012, é a primeira geração a crescer totalmente imersa no mundo digital. Essa geração é conhecida por sua familiaridade com a tecnologia, sua capacidade de processar informações de maneira ágil e sua disposição em adotar novas tendências e plataformas digitais.

Eles desenvolveram habilidades únicas, como a capacidade de se comunicar de maneira rápida e concisa, de se adaptar a mudanças constantes e de lidar com a sobrecarga de informações.

Essa geração também é caracterizada por sua preocupação com questões sociais, ambientais e de diversidade. Eles são mais conscientes e engajados em causas que consideram importantes, buscando formas de contribuir e de fazer a diferença. Além disso, a Geração Z valoriza a autenticidade, a individualidade e a possibilidade de personalizar suas experiências.

GERAÇÃO ALFA: a partir de 2013
O Futuro Está Chegando

A Geração Alfa, nascida a partir de 2013, é a geração mais recente e a mais conectada digitalmente. Essa geração é a primeira a crescer totalmente imersa em um mundo dominado pela tecnologia, pela inteligência artificial e pela conectividade global.

Os membros da Geração Alfa são considerados a geração do futuro, pois eles nasceram em um momento de rápidas transformações tecnológicas, sociais e ambientais. Essa geração é caracterizada por sua familiaridade com dispositivos digitais, sua capacidade de aprender e se adaptar rapidamente a novas tecnologias e sua disposição em explorar o mundo de maneira virtual.

Além disso, a Geração Alfa é vista como a mais diversa e inclusiva, com uma maior consciência sobre questões de igualdade, sustentabilidade e responsabilidade social. Eles têm o potencial de liderar transformações significativas em diversos setores, desde a educação até a saúde e o meio ambiente.

No entanto, a Geração Alfa também enfrenta desafios, como a necessidade de desenvolver habilidades sociais e emocionais em um mundo cada vez mais digital, a preocupação com a privacidade e a segurança online, e a importância de encontrar um equilíbrio saudável entre a vida digital e a vida real. 

Cabe à sociedade e às gerações anteriores criar as condições necessárias para que a Geração Alfa possa prosperar e contribuir de maneira positiva para o futuro.

Matéria completa:
https://familiaeabiblia.com.br/avos/quais-sao-as-7-geracoes/?amp=1

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Personalidade agradável

Existem alguns traços que se manifestam em uma personalidade agradável e que atraem os outros naturalmente.

Você se lembra quem foi a pessoa mais legal que você já conheceu? Segundo a RAE, agradável ao se referir a uma pessoa significa que ela é delicada no tratamento. 

A verdadeira simpatia não é imposta, forçada, nem nos assusta quando a vemos. Existem pessoas que consideramos autênticas, que possuem um magnetismo único e que são capazes de atrair outras naturalmente. 

A psicologia concorda que se você exibe sete comportamentos regularmente, você tem uma personalidade muito agradável. Mais do que a maioria. Confira quais a seguir! 

1 - Empatia

A empatia vai além de nos colocarmos no lugar do outro. Trata-se também de ter a capacidade de compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas sem ter que concordar com elas ou pensar o mesmo. Empatia é uma característica que veremos, em maior ou menor grau, em alguém que é legal.

2 - Interesse genuíno por outras pessoas

Embora o interesse seja algo que podemos trabalhar, por exemplo, com a escuta ativa ou o uso de perguntas abertas, pessoas legais estão genuinamente interessadas nos outros. Este interesse surge graças à inteligência emocional que nos faz compreender que mostrar interesse pelo que a outra pessoa diz, pela sua experiência ou pela sua perspectiva, é algo que a fará sentir-se valorizada, amada, ouvida e importante. 

Não se trata de fingir interesse, mas de demonstrá-lo de forma autêntica, porque quando ouvimos diferentes perspectivas e experiências, aprendemos muito com os outros. 

3 - Coerência

A consistência entre o que dizemos, o que pensamos e o que fazemos exala confiabilidade, uma característica que a maioria das pessoas valoriza. Se você estiver sempre aberto e falar honestamente, será visto como alguém íntegro, e se for fiel aos seus próprios princípios e valores, independentemente da situação, as pessoas ao seu redor irão respeitá-lo e admirá-lo.

4 - Linguagem corporal aberta 

A linguagem corporal é uma forma de comunicação não verbal que afeta o que as outras pessoas percebem sobre nós. Mesmo quando estamos em silêncio, estamos dizendo alguma coisa. Quando nossa linguagem não verbal é positiva, como ter o corpo relaxado, ter uma postura aberta e receptiva, manter contato visual com a outra pessoa, somos percebidos como mais agradáveis ​​e atraentes.

5 - Não estar sempre na defensiva 

Um dos aspectos pelos quais podemos não ser uma pessoa agradável é que estamos sempre na defensiva. Ser uma pessoa assertiva, que conhece e defende seus direitos é algo desejável. No entanto, ser excessivamente assertivo pode projetar uma imagem negativa de nós mesmos, podemos dar a impressão de sermos agressivos, pouco tolerantes ou egocêntricos.

6 - Gentileza

Testemunhar atos de bondade pode ter efeitos muito positivos sobre nós porque nosso corpo libera dopamina. A gentileza melhora o humor tanto de quem dá quanto de quem recebe. A bondade é uma característica poderosa que não pode ser exagerada ou falsificada, porque não se trata apenas de grandes gestos de boa vontade, mas de pequenos atos que são feitos todos os dias e que aparentemente passam despercebidos.

7 - Autenticidade 

Ser autêntico, ou seja, fiel a quem você é, é uma característica que atrai naturalmente. As pessoas valorizam as diferentes perspectivas e os detalhes que nos tornam únicos. Ser você mesmo nem sempre é fácil, mas sempre vale a pena. O seu eu autêntico é a sua maior atração e não apenas porque o torna mais agradável aos olhos dos outros, mas porque é quem você realmente é.

Artigo completo: 

https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25390.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Bebês nascidos em 2025 farão parte de uma nova geração; saiba qual

Bebês nascidos em 2025 farão parte de uma nova geração; saiba qual

Gabriela Francisco
metropoles.com | 30 de December de 2024

A Geração Alpha, formada por crianças nascidas entre 2010 e 2024, está prestes a dar lugar à chamada Geração Beta, composta por pessoas que nascerão entre 2025 e 2039. Essa transição marca o início de uma era em que a tecnologia desempenhará papéis centrais na formação de valores e comportamentos.

O termo Geração Beta foi cunhado pelo demógrafo, pesquisador social e futurista Mark McCrindle, conhecido por sua contribuição na definição dos rótulos geracionais. De acordo com o especialista, a nova geração de crianças “herdará um mundo lutando com grandes desafios sociais”.

“Com as mudanças climáticas, as mudanças populacionais globais e a rápida urbanização em primeiro plano, a sustentabilidade não será apenas uma preferência, mas uma expectativa”, escreveu McCrindle em uma postagem no seu blog.

McCrindle acredita que, até 2035, a Geração Beta representará 16% da população mundial e viverá em um mundo movido pela inteligência artificial. “Eles viverão em uma era em que a IA e a automação estarão totalmente incorporadas à vida cotidiana – da educação e locais de trabalho à saúde e entretenimento.”

Outra previsão do pesquisador social é que os pais da Geração Beta podem adotar uma abordagem diferente em relação ao uso das mídias sociais. Enquanto os pais das gerações anteriores costumam utilizar as redes sociais para documentar a vida de seus filhos, a nova era é mais propensa a limitar o tempo de tela dos filhos.

Prevemos que a Geração Beta incorporará o equilíbrio entre hiperconectividade e expressão pessoal. Eles redefinirão o que significa pertencer, misturando relacionamentos presenciais com comunidades digitais globais”, afirmou Mark McCrindle.


Matéria original e completa:

https://mccrindle.com.au/article/generation-beta-defined/?

sábado, 14 de dezembro de 2024

Numerologia 2025: O Ano Universal 9 – Um Ciclo de Encerramentos e Transformações Profundas

Numerologia 2025: O Ano Universal 9 – Um Ciclo de Encerramentos e Transformações Profundas

wemystic.com.br

Na numerologia, cada ano carrega uma vibração energética única, que influencia o coletivo de maneiras variadas. O ano de 2025 será marcado pela energia do número 9, associado a finalizações, encerramento de ciclos, empatia, generosidade e humanitarismo. Essa energia é obtida somando-se os dígitos de 2025 (2+0+2+5), resultando no número 9. Esse número carrega consigo uma energia poderosa de transformação. Confira as dicas da Numerologia de 2025!

O Significado do Número 9 na Numerologia de 2025

O número 9 simboliza o encerramento de ciclos. É o número que representa o fim de um capítulo, preparando o caminho para um novo início. Ele carrega uma energia altruísta, ligada à empatia, à compaixão e ao humanitarismo. Durante um ano universal 9, somos chamados a olhar além de nossas necessidades individuais e a focar no bem-estar coletivo, praticando generosidade e ações voltadas ao bem comum.

Entretanto, o número 9 também pode trazer desafios. Ele exige desapego de coisas, situações e até pessoas que já não fazem sentido em nossas vidas. Resistir a essas mudanças pode resultar em frustração e estagnação. Portanto, 2025 será um ano para lidar com finalizações, abraçar o encerramento de ciclos e, principalmente, olhar para o que está sendo deixado para trás, para garantir que as lições sejam assimiladas antes de seguir em frente.

Os Riscos de 2025 se Não Alinharmos com a Energia do Ano

O número 9 traz uma polaridade que, se não for bem equilibrada, pode gerar desafios significativos. Se a humanidade resistir às mudanças necessárias, os impactos podem ser severos. O apego ao passado e a falta de disposição para encerrar ciclos podem causar estagnação, crises emocionais e até conflitos
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Orixá Regente de 2025: o ano de Iansã!

Orixá Regente de 2025: o ano de Iansã!

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Saber quem será o Orixá regente do próximo ano já faz parte da cultura brasileira e é aguardado por muitos. E como você já leu no título, o ano de 2025 será guiado pela poderosa e destemida Orixá Iansã. Saiba tudo sobre a Orixá regente de 2025!

Iansã, ou Oyá, é conhecida como a Orixá dos ventos, das tempestades e dos raios. Com sua energia vibrante e sua personalidade forte, ela traz o poder de transformação e movimento, soprando os ventos da mudança.

Sua história conta que foi esposa de Xangô, o Orixá do trovão, e juntos governam os céus, trocando trovões e raios. Além disso, Iansã é uma guerreira destemida, sempre pronta para batalhar contra injustiças e proteger seus filhos.

Além disso, ela também é a guia espiritual dos eguns, os espíritos dos mortos, ajudando-os a seguir seu caminho. Sob sua proteção, enfrentamos com coragem os obstáculos e encontramos força em meio às adversidades.

Para aqueles que seguem as tradições das religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda, Iansã é muito mais que uma Orixá – ela é a personificação da mudança e da justiça.

Sua presença é invocada quando se busca renovação, seja em questões pessoais, espirituais ou sociais. Ela também atua como uma poderosa intermediária entre o mundo dos vivos e dos mortos, sempre garantindo que as energias fluam livremente e que a vida siga seu curso natural de transformação.

O que esperar de 2025 sob a regência de Iansã?

Com Iansã governando 2025, espere um ano repleto de mudanças, ação e coragem para trilhar novos caminhos. 

Orixá Regente de 2025: um ano de coragem e mudança

Ao nos preparar para o ano regido por Iansã, abraçamos a ideia de transformação e renovação. 2025 será um ano para romper com o que já não nos serve e abraçar novos desafios com fé e esperança.

As cores de Iansã

Se você deseja se conectar com a energia de Iansã em 2025, as cores vermelho e dourado são perfeitas.

O vermelho reflete sua paixão, fogo e vitalidade, enquanto o dourado ou amarelo nos lembra de sua realeza e poder sobre os céus. Vestir essas cores ou usá-las em sua casa pode ajudar a atrair sua proteção e força para o novo ciclo que está por vir.

Oração para Iansã, o Orixá regente de 2025

                       Grande Mãe Oyá,                                                 que seus ventos afastem de mim                             as energias negativas e toda a maldade                                  que tenta se aproximar. 

        Que sua coragem, força e determinação                           guiem meus passos no caminho                                           da justiça e da verdade. 

 Ajude-me a enfrentar os desafios da vida 
com a mesma bravura que a senhora enfrenta 
as tempestades, e que eu sempre possa sentir 
sua presença em minha vida, renovando-me, protegendo-me e conduzindo-me ao sucesso.

                        Mãe dos Raios, 
             que sua luz ilumine meus dias 
         e que seu poder esteja ao meu lado 
                   em todas as batalhas. 

Que eu tenha a sabedoria de deixar para trás o que já não me serve e abraçar as mudanças que o futuro reserva. Com sua espada, corte as injustiças do meu caminho, e com sua força, proteja minha família e meus entes queridos.

   Salve Iansã, senhora dos ventos e dos trovões!    
   Que seus ventos sempre me guiem e protejam.       
                          Assim seja!

Epahey Oyá!

Matéria completa: 

https://www.wemystic.com.br/orixa-regente-2025/


terça-feira, 3 de dezembro de 2024

MUNDO CÍCLICO: O FUNDAMENTALISMO QUE RESSURGE NA HISTÓRIA

MUNDO CÍCLICO: O FUNDAMENTALISMO QUE RESSURGE NA HISTÓRIA
teologianasolitude.com.br| 16 de October de 2024 
Guilherme Augusto.

Eu creio que o mundo é muito mais cíclico do que imaginamos, é fácil notar como a maioria das coisas que acontecem voltam, seguindo um padrão de comportamento, mostrando que, no final, o homem não tem nada de novo. Apesar das diferenças de pensamento, cultura ou formas de olhar o mundo, me parece que existem padrões que se repetem na história.

O legalismo e o fundamentalismo são alguns destes padrões que ressurgem de tempos em tempos. E, por mais que o termo hoje seja muito usado para nos referirmos aos pastores e religiosos que impõem suas formas de pensar, é possível avistarmos este tipo de pessoas em vários setores da sociedade. Um dos significados de fundamentalismo, segundo o dicionário, é:

“Atitude de intransigência ou rigidez na obediência a determinados princípios ou regras” (PRIBERAM).

Na política, os fundamentalistas são aqueles que acreditam que o seu modelo político é único, é a solução milagrosa para todos os problemas na terra. E por conta desta crença, não é raro encontrarmos falas que beiram a imposição. 

Na música também podemos ver fundamentalistas, que acreditam que apenas o seu estilo musical é bom e o resto é música inferior.

Toda a tentativa de imposição e segregação acaba sendo um fundamentalismo, uma tentativa de provar que ele é o melhor e o resto está abaixo dele.

Parece-me que quando alguns encontram a solução para os seus problemas ou quando estes aprendem uma lição, passam a ter a gana de impor aquele ponto de vista à força, considerando como errados todos os que não percebem que a solução que eles propõem são relevantes ou mesmo únicas.

É fácil olhar para a história e mostrar como a inquisição impôs um pensamento, e acusar assim o catolicismo de cometer tal erro. O desafio é perceber como o ser humano segue uma tendência semelhante em muitos momentos, não dá para focar apenas em um acontecimento, para sermos justos, precisamos aprender a olhar o todo da história.

O fundamentalismo nem sempre é percebido. 
É aquela velha máxima: “O mal são sempre os outros”.

Sem diálogo, arriscamos construir muito mais problemas do que soluções e é justamente este um dos perigos do fundamentalismo!

Texto completo: 
https://teologianasolitude.com.br/2024/10/16/mundo-ciclico-o-fundamentalismo-que-ressurge-na-historia/

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Geração Y ou millennials, nascidos entre 1981 e 1996

Geração Y ou millennials, nascidos entre 1981 e 1996
estadao.com.br | 23 de August de 2024

Nascidos entre 1981 e 1996, os jovens da Geração Y ou millennials cresceram em meio à era da informação e avanços tecnológicos.

Têm hábitos multitarefas (conseguem fazer várias atividades ao mesmo tempo), capacidade criativa e gosto por desafios.

Precisam ser motivados e não hesitam em trocar de emprego para ter novas experiências. Eles não gostam muito de hierarquia rígida, são mais informais e têm dificuldade de receber ordens.

São questionadores e gostam de pensar fora da caixa. Além disso, sentem necessidade de receber feedback constantemente para terem mais segurança em suas ações. O retorno, positivo ou negativo, os ajudam a adquirir confiança.

Os millennials têm o rótulo de serem narcisistas e mimados. Em 2014, a revista Time classificou essa geração como a do “eu-eu-eu”.

Geração Z: quem são e em que ano nasceram? Entenda

Geração Z: quem são e em que ano nasceram? Entenda
estadao.com.br | 23 de August de 2024

Apesar das diferenças da Geração Z no Brasil e nos países ricos - principalmente no que se refere às questões financeiras -, há algumas características que são comuns a todos esses jovens nascidos entre 1997 e 2010. Eles são marcados pelo domínio das novas tecnologias. São chamados de nativos digitais: nunca viram um mundo sem computadores, tablets e celulares. 

Têm acesso a uma quantidade enorme de mídias e informações numa velocidade sem precedentes, o que ajudou a moldar o perfil marcado pela agilidade, curiosidade e polivalência.

Para esses consumidores, não basta ter preço e produto bom. É preciso ter um propósito e uma história por trás daquilo que eles estão comprando. Em qualquer deslize do mercado corporativo, não pensam duas vezes para “cancelar” marcas e personalidades.

Não gostam de serem definidos por classe, gênero ou idade. São tolerantes à diferença do outro e são agregadores. Usam as redes sociais, ambiente onde se sentem mais em casa, para conciliação e construção. Também gostam de autenticidade e transparência. 

sábado, 8 de junho de 2024

5 situações na vida em que a melhor opção é ficar calado

5 situações na vida em que a melhor opção é ficar calado. Confira

de Por Juliana Peixoto, mundoemrevista.com.br
13 de March de 2024 

No frenesi do cotidiano, em meio a todas as interações e relações que enfrentamos, há momentos em que a decisão mais sábia é simplesmente ficar em silêncio. 

Não se trata apenas de não falar; é uma escolha consciente de não se envolver em discussões inúteis, evitar conflitos desnecessários e, às vezes, proteger a nós mesmos.

5 momentos em que o silêncio é a melhor resposta

- Quando não temos todas as informações necessárias
Em diversos cenários, especialmente em contextos profissionais ou em conversas pessoais, podemos nos deparar com lacunas de informações. Nessas situações, o impulso inicial pode ser o de falar para preencher o vácuo ou para mostrar conhecimento. No entanto, é fundamental reconhecer quando não dispomos de todas as peças do quebra-cabeça. Dessa forma, evitamos mal-entendidos e debates desnecessários.

- Quando alguém desabafa
Quando uma pessoa está passando por um momento difícil e precisa desabafar, muitas vezes nosso papel é mais de ouvinte do que de conselheiro. 

Às vezes, as pessoas não buscam soluções imediatas; elas simplesmente querem expressar suas emoções e serem compreendidas. Nesses momentos, manter o silêncio pode ser um gesto de empatia e respeito. 

Ao ouvir atentamente sem interromper ou julgar, oferecemos um espaço seguro para que a outra pessoa expresse suas emoções.

- Quando outra pessoa precisa se destacar
Em determinadas situações pode ser vantajoso permitir que outras pessoas se sobressaiam. Permanecer em silêncio nessas ocasiões demonstra humildade e reconhecimento do mérito alheio. 

- Quando as emoções estão em alta
Em momentos de intensa emoção, como raiva, frustração ou tristeza, nossas palavras podem ser impulsivas e prejudiciais. 

Nessas circunstâncias, o silêncio pode funcionar como uma válvula de escape, permitindo que as emoções se acalmem antes de expressarmos nossos pensamentos de maneira mais racional e construtiva.

- Durante debates irrelevantes
Nem todas as discussões merecem nosso envolvimento ativo. Às vezes, nos vemos envolvidos em debates que não têm relevância significativa em nossas vidas ou na vida dos outros. Nestes momentos, optar pelo silêncio pode ser uma escolha sensata. Isso não apenas preserva nossa energia e tempo para questões mais relevantes, mas também evita alimentar conflitos ou debates infrutíferos.

Ficar em silêncio nos dá tempo para refletir sobre nossos sentimentos, compreender sua origem e encontrar formas mais produtivas de lidar com eles.

4 sinais de que alguém é invejoso e você deve tomar cuidado

4 sinais de que alguém é invejoso e você deve tomar cuidado

de Rachel da Luz, mundoemrevista.com.br 
15 de March de 2024 

A inveja, qualquer um pode senti-la, mesmo que não seja uma pessoa necessariamente má. No entanto, alguns podem levá-la aos extremos que podem prejudicar a vida daqueles ao seu redor. Nesse sentido, é importante saber como reconhecê-los. 

Confira os sinais de que alguém é invejoso.

- Fazem muita fofoca
Todo mundo já fofocou. É algo normal e que faz parte da maioria das pessoas. No entanto, quanto isso é feito com muita frequência é um sinal de algo mais grave. Afinal, eles podem acabar estragando a reputação de alguém, espalhando desinformação com o objetivo de queimar alguém. 

- Te coloca para baixo
Já tentou contar uma novidade animadora para alguém, mas ela acaba te colocando para baixo nesse momento?

Bem, esse é um dos sinais claros de que essa pessoa não se sente bem com a sua felicidade. Para reduzir suas próprias frustrações, tenta diminuir o seu feito ou notícia. Isso é capaz de destruir a autoestima de uma pessoa, sobretudo em relacionamentos amorosos e familiares.

- Faz muitas comparações
Poucos comportamentos são tão ruins quanto a comparação constante que os invejosos fazem. 

- Exagera nas críticas
As críticas, sejam elas positivas ou não, são muito importantes para a nossa construção. Afinal, é através dela que crescemos como bons profissionais, amantes e até mesmo pais. 

No entanto, é preciso saber como dizê-las, visto que poucas palavras separam uma crítica construtiva e uma destrutiva.

A maior qualidade de cada signo no relacionamento

A maior qualidade de cada signo no relacionamento

de Personare e equipe-personare, personare.com.br
7 de June de 2024 

A astrologia revela aspectos interessantes da personalidade e do comportamento, influenciando diretamente os relacionamentos amorosos

Vamos analisar como sete signos do zodíaco se comportam no amor, destacando suas peculiaridades e preferências.

Áries: sinceridade
Áries se destaca pela paixão e pela busca incessante por novidades. Esses indivíduos possuem uma energia contagiante que os torna irresistíveis, mas sua impulsividade requer parceiros que acompanhem seu ritmo acelerado.
Preza pela sinceridade e vai priorizar isso sempre. Você sempre sabe o que uma pessoa ariana quer – e o que ela não quer também! Dificilmente vai fingir, dissimular ou fazer mistério. 

Touro: sensualidade
Pessoas de Touro colocam grande dose de amor em tudo o que fazem. Ou então, não fazem. Touro só permanece numa relação se houver amor. Mas acima de tudo, o amor taurino é sensual. É um signo que demanda constantes trocas — seja de palavras, seja gestos e carinhos. E tudo isso da forma mais concreta possível, afinal Touro precisa de segurança.

Gêmeos: comunicação
Regido pelo planeta da comunicação, Mercúrio, o amor geminiano é pautado na conversa, na troca de ideias e curte falar de maneira gentil e sedutora. No amor, o signo de Gêmeos é ameno, suave, sem ciúmes. Namorar, para seus nativos, é experimentar um convívio super agradável, mas não significa estar colado o tempo todo.

Câncer: cuidado
Protetor e sensível, Câncer é o primeiro signo romântico do zodíaco. Portanto, este é, em primeiro lugar, um signo emotivo. É, acima de tudo, um signo que sente grande necessidade de proteção e cuidado. A conexão emocional profunda e a compreensão intuitiva fazem deles parceiros ideais para quem busca um relacionamento baseado no afeto e na proteção reciproca.

Leão: gentileza
Regidas puramente pelo coração, pessoas de Leão funcionam na base do tudo ou nada, especialmente no amor. Com isso, quando este signo ama, muitas vezes, se joga de cabeça e demonstra afeto da maneira mais leonina possível: efusiva e apoteótica. Leão no amor é extremamente nobre em suas ações, bem como é gentil e idealista.

Virgem: lealdade
Naturalmente adeptos da praticidade, pessoas de Virgem não fazem o tipo apaixonado, mega carinhoso ou devoto. Porém, é o signo mais leal com quem ama. O amor de Virgem signo é baseado na verdade e na maturidade. Mas podem sentir um pouco de dificuldade ao se entregar ou se soltar totalmente. São pessoas super atenciosas e prestativas, mas também esperam esforço da pessoa amada tanto na relação, quanto na cama.

Libra: devoção
Os librianos buscam harmonia e equilíbrio em seus relacionamentos. Seu apreço pela justiça e pelo bem-estar mútuo cria um ambiente de respeito e compreensão, fundamentais para construir um laço amoroso duradouro e estão sempre em busca de um relacionamento onde exista reciprocidade e respeito. 

Escorpião: profundidade
Escorpião é um signo passional. Para ele, não existe amor morno ou equilibrado. Todo relacionamento é tudo ou nada, é paixão, é profundidade. Seu tipo de amor é de total entrega, romântico e intenso. Pessoas escorpianas mergulham de cabeça na relação, sem medo, sem ponderação.

Sagitário: entusiasmo
Os nativos de Sagitário são diretos e intensos. Com a sua alma livre e o coração aventureiro, se apaixonam com muita facilidade, e quando correspondidos, vão em frente com o maior entusiasmo. Os sagitarianos prezam a liberdade acima de tudo em seus relacionamentos amorosos por isso detestam ser cobrados, cenas de ciúmes e possessividade. Expressam seu carinho através de atitudes espontâneas, preferindo um vínculo repleto de novidades e aprendizados. Para manter a chama acesa, aventuras e descobertas são indispensáveis. Ter uma relação com Sagitário é certeza de alegria constante e otimismo.

Capricórnio: responsabilidade
Para os capricornianos, os relacionamentos amorosos são regidos pelo equilíbrio e pela estabilidade. Expressam seu amor por meio de ações concretas que visam o bem-estar mútuo, destacando a importância do planejamento e da construção de um futuro a dois. Nativos desse signo são criteriosos, honestos e coerentes. São disciplinados, sérios e costumam ter grande noção de responsabilidade. 

Aquário: amizade
Como signo de Ar (de relacionamentos), Aquário representa o mais elevado tipo de sentimento que pode ocorrer nas relações humanas: o da amizade. Na amizade verdadeira, não há cobranças, posses ou ciúmes, e se respeita o espaço do outro. E talvez seja por isso que as pessoas aquarianas conseguem manter a amizade em um relacionamento.

Peixes: altruísmo
Peixes é devotado, discreto e carinhoso. Sabe agradar e criar um clima de romance, mesmo nos mais efêmeros relacionamentos. Quem já foi amado por alguém de Peixes nunca mais esquece seus gestos de ternura. É um amor compassivo, dedicado, que aceita o outro sem condicionantes. Pouco exigente, o pisciano não faz críticas, muito menos cobranças. É altruísmo puro.